Jesus e os impostos

Levi (Mateus)

Este pequeno artigo não tem a intenção de ser referência teológica para um tema tão controverso como esse: o cristianismo e os impostos.

Você não precisa crer no Jesus (Deus) nem ao menos, no Jesus (histórico) mas tão somente entender a mensagem bíblica ao ponto que, ela de forma alguma legitima o espólio institucionalizado.

Jesus e a sociedade da época, entendiam como erro o fardo lançado as costas das pessoas pelo Estado, no entanto, a intervenção que Jesus fazia era tão somente no campo espiritual, convidando o pecador a conversão.

Total atenção deve ser dada ao que os próprios cobradores de impostos achavam de si mesmos: certeza de estarem em erro e consciência da prática de roubos.

Por isso, não cabe a quem quer que seja, em nome de Jesus, tentar legitimar os abusos cometidos pelo Estado que é tão somente, opção meramente humana.

Leia os dois trechos a baixo assista os vídeos e entenda melhor

“Mateus, vem e segue-me!”

LUCAS 5

27 Depois disso, Jesus saiu, e viu um cobrador de impostos chamado Levi, que estava na coletoria. Jesus disse para ele: “Segue-me!” 28 Levi deixou tudo, levantou-se, e seguiu a Jesus. 29 Depois, Levi preparou em casa um grande banquete para Jesus. Estava aí numerosa multidão de cobradores de impostos e outras pessoas sentadas à mesa com eles. 30 Os fariseus e seus doutores da Lei murmuravam, e diziam aos discípulos de Jesus: “Por que vocês comem e bebem com os cobradores de impostos e com pecadores?” 31 Jesus respondeu: “As pessoas que têm saúde não precisam de médico, mas só as que estão doentes. 32 Eu não vim para chamar justos, e sim pecadores para o arrependimento”.

 

“E se eu tirei de alguém, pagarei de volta tudo que roubei”

Lucas 19

“Jesus entrou em Jericó e ia atravessando a cidade. 2.Havia aí um homem muito rico chamado Zaqueu, chefe dos recebedores de impostos. 3.Ele procurava ver quem era Jesus, mas não o conseguia por causa da multidão, porque era de baixa estatura. 4.Ele correu adiante, subiu a um sicômoro para o ver, quando ele passasse por ali. 5.Chegando Jesus àquele lugar e levantando os olhos, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque é preciso que eu fique hoje em tua casa. 6.Ele desceu a toda a pressa e recebeu-o alegremente. 7.Vendo isto, todos murmuravam e diziam: Ele vai hospedar-se em casa de um pecador… 8.Zaqueu, entretanto, de pé diante do Senhor, disse-lhe: Senhor, vou dar a metade dos meus bens aos pobres e, se tiver defraudado alguém, restituirei o quádruplo. 9.Disse-lhe Jesus: Hoje entrou a salvação nesta casa, porquanto também este é filho de Abraão. 10.Pois o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido.”
São Lucas, 19 – Bíblia Católica Online

Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/sao-lucas/19/

Saiba como você pode se livrar, da punição imposta pela lei seca

É comum quando do início dos feriados prolongados, o noticiário ser inundado por matérias relacionadas ao trânsito. O ponto mais abordado sem dúvida, é quanto ao consumo de álcool por motoristas, e nesse contexto, surge no vocabulário insistente dos papagaios midiáticos, o termo estatista: LEI SECA.

O que é a Lei seca? 

Código de Trânsito Brasileiro

Art. 165

Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência: (Redação dada pela Lei nº 11.705, de 2008)

Infração – gravíssima; (Redação dada pela Lei nº 11.705, de 2008)
Penalidade – multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses. (Redação dada pela Lei nº 12.760, de 2012)
Medida administrativa – recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4º do art. 270 da Lei no 9.503, de 23 de setembro de 1997 – do Código de Trânsito Brasileiro. (Redação dada pela Lei nº 12.760, de 2012)

Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no caput em caso de reincidência no período de até 12 (doze) meses. (Redação dada pela Lei nº 12.760, de 2012)

Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:
Infração – gravíssima;
Penalidade – multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses;
Medida administrativa – recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4º do art. 270.

Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no caput em caso de reincidência no período de até 12 (doze) meses.
(Artigo 165-A incluído pela Lei n. 13.281/16, em vigor a partir de 01/11/16)

Ou seja, se for pego, o condutor sera submetido ao que diz o artigo 165 do CTB. Voltando ao padrão das mensagens do noticiário, os textos se resumem a informar quanto as penalidades ex: repórter (papagaio estatal)- ” O motorista que for pego dirigindo alcoolizado terá que pagar uma multa de R$ 2.934,70 e ainda terá a carteira de habilitação suspensa pelo prazo de 12 meses”.
Informações importantes como:
  • Quanto de álcool?
  • Posso me defender?

São omitidas, trazendo ao ouvinte a idéia de que: se acaso for pego após tomar umas cervejas, automaticamente estará condenado a tudo aquilo que prevê a lei. Seria isso verdade? Não, não é verdade!

O que não é informado é que, do momento em que o motorista é pego até que se realize o que diz o artigo 165, um processo com várias formalidades é iniciado, portanto: ao motorista caberá um amplo direto de defesa.

Um conselho

Se acaso for abordado numa blitz de lei seca, não tente justificar nada ao agente estatal, fique tranquilo, sua defesa não começa ali. Resolva o que tiver que ser resolvido e atenção:  se acaso o nível de álcool estiver acima de um numero ao qual, o artigo se recusa a falar, você será conduzido até a presença de um delegado.

Após chegar em casa, esfrie a cabeça e já comece a pensar na sua defesa.

O autor

Quero compartilhar com você que está lendo este artigo, minha experiência pessoal. Fui pego numa blitz da lei seca, lá no município de Caraguatatuba, resumindo a história: ao chegar em casa já comecei a pesquisar o que eu deveria fazer, afinal, o prejuízo seria grande. Minha busca não era tão confiante assim já que, na minha mente estava programado que nesses casos só caberia a mim a punição e nada mais.

Na minha pesquisa conheci um sujeito chamado José Ricardo Adam, ele se apresentava como profissional de recursos de multas, porém, por incrível que pareça se assumia não advogado. Como confiar em alguém que não é advogado para te defender numa causa contra o Estado?

Confiei porque foi um dos poucos que vi, que tinha uma visão diferente. Contratei a defesa mesmo com poucas esperanças, mais a boa notícia veio: meu recurso foi deferido!

Detalhe do recurso

Na defesa prévia, ele anexou uma petição solicitando a data de validade da inspeção do equipamento utilizado na abordagem. O Estado tinha um prazo para fazer o envio do documento e isso não foi feito. Venci por conta dá própria estrutura criada pelo Estado.

Não baixe a cabeça, sempre recorra!

Veja o vídeo

Você sabe o que é a Escola Austríaca?

 

Nos últimos anos, devido ao acirramento do debate político no Brasil: as pessoas por necessidade de defenderem melhor suas posições fez com que, a busca por informação tivesse um grande aumento.

Diante de tal fenômeno, as pessoas conheceram novos personagens, novas idéias e novas maneiras de se pensar. Porém, uma corrente de pensamento em específico vem conseguindo muitos adeptos na mesma proporção que vem conseguindo críticos.

No caso dos adeptos, em geral, a defesa de tal corrente de pensamento, ora se mostra frágil e no caso dos críticos os argumentos são ainda bem rasos, tudo isso é compreensível já que, como esclarece o inicio do texto, SE TRATA DE ALGO NOVO.

Enfim, o assunto aqui é a Escola Austríaca, para uns fonte de esclarecimento para outros algo inaceitável e para você o que representa essa escola? claro que essa pergunta não pode ser feita antes que essa outra:

Você sabe o que é a Escola Austríaca? 

Pois bem, isso será respondido. Este artigo é destinado a todos aqueles que nunca ouviram falar sobre essa tal escola, e para realizar tal tarefa Fraternalha reuniu alguns  vídeos  que com  certeza responderão a pergunta.

Bom estudo!

 

 

 

Absolvição de Aécio cheira mau

Sim, cheirou mau, para os que ainda entendem que alguma coisa pode se esperar de políticos.

Este artigo não se propõe a falar do jogo que envolveu toda a situação. O ponto aqui é outro. Será uma resposta a uma pessoa que indignada com o desenrolar dos fatos desabafou da seguinte forma:

Aécio Neves Traficante volta pro seu cargo de Senador, enquanto isso traficante de vila fica 8 anos preso em regime fechado; depois tem gente que vem falar de igualdade, pra mim traficante é traficante tem que ter mesmo tratamento, sem isso de foro privilegiado; isso tem que acabar.
#Reformapoliticaja
#EssePovoNaoVaiAcordarNao

 

O desabafo contém um elemento importante: a questão das drogas, que de forma cotidiana é abordada como uma questão policial e jurídica. Por isso, ao menos um pequeno argumento econômico se faz necessário, para que as pessoas possam formar suas opiniões, acerca do tema, com o apoio desse importante conhecimento.

Primeiramente alguns itens importantes para o nosso exercício

  1. As pessoas demandam
  2.  Se há demanda alguém vai produzir
  3. O individuo tem o direito de colocar qualquer substância dentro do seu próprio corpo

O três itens acima, por si só, são incapazes de produzirem o que seria inaceitável sob a ótica libertária: o início de agressão à pessoas.

Em resumo, se eu tenho o direito de consumir quaisquer substâncias, na sequência demandar por essas substâncias e por isso alguém me fornecer essas substâncias, não cabe a um terceiro, por motivos irracionais iniciar violência contra o consumidor ou contra o fornecedor.

Quem seriam os mais prejudicados com a não participação estatal nessa questão?

Aquelas organizações famosas.

Com a repressão policial, somente quem quiser se armar e correr o risco de participar de constantes confrontos, participará desse mercado, veja: se pessoas comuns quiserem se tornar fornecedoras nesse mercado a barreira de entrada praticamente proíbe o empreendimento. Por isso a repressão estatal tem como resultado final, apenas a criação de uma reserva de marcado para essas grande s organizações.

Com o afastamento do Estado nessa questão, pequenos fornecedores surgiriam, e de inicio, o dono do monopólio reagiria, mas, aos poucos a perca de receitas dificultaria a manutenção de funcionários, armas, e matéria prima. O mercado estaria pulverizado. Não haveria motivos para se investir em armamentos e nem se organizar em grupos violentos.

Conforme ocorre a manutenção e aumento da repressão estatal as organizações vão se especializando e ficando cada vez mais violentas. Novos entrantes não são admitidos de forma alguma. Boa parte do dinheiro está sendo investido na segurança da firma e nesse contexto extremamente hostil eis que surge um concorrente: Um individuo extremamente equipado.

O Helicóptero

Só com um helicóptero um concorrente conseguiu competir com as organizações detentoras do monopólio.

Tendo como base esse pequeno argumento econômico o conhecido por traficante, não deve ser tratado como um criminoso no que se refere ao fornecimento de alguma substância.

Lógico que crimes decorrentes da prática, e muitas das vezes praticados por conta das distorções nas relações de troca provocadas pelo Estado, devem ser punidos…

No entanto é de suma importância que sempre orientemos, principalmente as crianças,  sobre os males provocados pelo consumo de drogas.

Quanto ao Aécio, só dele se arrogar detentor do poder de decidir sobre a vida de terceiros (político), caberia a ele não só 8 anos de detenção mas que ele ficasse preso até entender que com a vida de terceiros não se brinca.

 

Passagem aqui é Três! Comprar ou não?

Passagem aqui é três!

Frase bem conhecida pelos usuários da CPTM, é referente à propaganda feita por alguns vendedores, que ofertam passagens por R$ 3,00 enquanto o preço cobrado no guichê da estatal é de R$ 3,80.

E então, comprar ou não comprar por R$ 3,00? Entenda esse tema sob um olhar libertário e se acaso ouvir a referida propaganda, tenha essa visão como ferramental extra para te ajudar a decidir.

Em que caso você não deveria comprar?

Se aquele bilhete foi roubado de outra pessoa, aí fica caracterizado o desrespeito à propriedade privada de terceiros, algo antiético e reprovável, aquele indivíduo que porta o bilhete não está legitimado a realizar essa troca, já que ele não é o real proprietário do produto em questão.

Em que caso você deveria comprar?

Se aqueles vendedores desenvolveram um sistema que consegue desbloquear a catraca, e para isso, se valeram de meios totalmente pacíficos. Além de comprar, você deveria pensar em alguma forma de competir com eles. Belo e moral!

Lembrando que essa abordagem leva em consideração apenas se a propriedade privada foi agredida ou não, que é de onde parte a ética libertária. Aí cabe a cada um um investigar se trata-se de: um caso de inovação ou de desrespeito à propriedade.

Lembre-se: R$ 3,80 é o que é pago través da tarifa. O restante, quem sabe?

Atenção! Ataque ao posto da receita federal

Sim, é isso mesmo! Porém ao contrário do que alguns ícones libertários sugerem: hoje/agora, investidas militares além de inviáveis, não teriam legitimação por grande parte da população.

O inimigo possuí em seu corpo de funcionários os melhores profissionais de Marketing e propaganda, além do controle dos grande meios de comunicação. E na hipótese de um ataque é de se prever manchetes nos seguintes formatos:

  • “Criminosos atacam posto da receita”;
  • “Quadrilha invade posto da receita”;
  • “Extremistas ocupam posto da receita”.

Portanto é de se concluir que, estrategicamente, ao menos por enquanto, ofensivas militares trariam prejuízos ao movimento libertário.

Então qual proposta seria razoável?

A proposta é, a de se construir uma estratégia sólida, passo a passo e para isso, é de suma importância que identifiquemos: de onde viemos, onde estamos, e para onde queremos ir. Nos apeguemos então no, “onde estamos”

O momento é de mostrar as pessoas o que é o Estado e quais os efeitos de suas ações na vida do individuo em resumo: foco na deslegitimação estatal!

Quais ações contribuem para a deslegitimação pública do Estado? Memes, artigos, vídeos, podcasts, conversar (sobre) entre amigos e familiares, não seja uma vela debaixo da cama e nem fique pregando para já convertidos.

A deslegitimação é passo fundamental numa estratégia de ataque ao Estado, pensem nisso.

E o ataque ao posto da receita? Sim, da para ser feito. E tendo como base o momento estratégico que o texto sugere, veja a seguir um pré-escopo da proposta de ataque.

  • Local: posto da rua Tijuco preto, Tatuapé
  • Data e hora: a serem definidas, mas de preferência um dia de grande movimento na abertura
  • Ações: panfletagem, gravação de vídeos, entrevistas e fotos.
  • Mensagens a serem expostas: Imposto é roubo, O Estado é uma quadrilha, Você não é contribuinte é vítima e etc.

Para dar suporte a essa ação é preciso definir:

  • Um orçamento;
  • Número de participantes bem como suas especialidades;
  • Um cronograma geral de reuniões e da ação propriamente dita.

Enfim, é isso, quem se dispor a participar deste ataque, talvez abra um caminho que possibilite, em um futuro, talvez próximo, que seja considerado totalmente legitimo para a grande população a destruição física de lugares semelhantes.

Sempre sabote o Estado e Imposto é roubo!

Jovens inovadores da Zona leste de SP

Foi realizada ontem  14/06/2017, a 2° feira de Marketing da Etec Itaquera, onde os alunos, dos cursos técnicos em administração, tiveram como missão: apresentar produtos e serviços desenvolvidos por eles mesmos. Fraternalha foi até o local, Cohab II Itaquera, e conferiu de perto o que aconteceu por lá.

A princípio, o foco seria dado aos projetos, bem como, os possíveis benefícios que esses propunham. Porém, com a chegada ao local o clima sugeriu temas diversos, e é sobre esse grande clima geral, que falará esta matéria.

A presença de pais, mães, irmãos e amigos garantiu a confraternização e reforçou o quão indispensável é, não só para jovens, mas para qualquer individuo, a presença da família nos momentos mais decisivos e importantes da vida. Filhos prestigiados simplesmente pela atenção dedicada a eles por suas famílias.

Um fato que chamou a atenção e que talvez sirva de modelo para situações iguais, eram as reações dos estudantes, quando da demonstração de interesse por seus produtos/serviços, por parte do público. Eis o momento que pode ser decisivo para o sucesso ou falência do empreendimento, a depender da convicção do inovador acerca de sua criação, uma simples falta de empatia ou um feedback mal feito, por parte de alguém, pode trazer grande desmotivação. Portanto, ao nos depararmos com projetos em andamento ou ainda em fase de aprimoramento não cabe a nós sugerir sua inviabilidade. Antes, deixemos que o próprio criador através de seus acertos e erros, leve sua ideia até o fim, pois tal percurso trará a experiência necessária para a batida de martelo final.

O espírito artístico inerente ao inovador, é flagrante! Portanto, se não houver aplauso e interação, um abismo se abre entre ele e o público. No caso do evento em específico, Fraternalha ofereceu como forma de aplauso: o registro em imagens e a promessa do registro em texto. Quando desse aplauso, o esforço para a entrega de valor, se traduzia nas explicações de alguns projetos, de certa forma apaixonada e com brilho nos olhos!

Partindo do princípio de que o aplauso motiva e prestigia, os que hoje não foram aplaudidos terão como nova meta: alcançar o reconhecimento, e para isso, sua dedicação para entregar mais valor, se concentrará. Diante disso, vale lembrar que, por mais simples que pareça o evento é de suma importância, uma preparação com foco no mais alto nível de excelência.

Veja mais algumas fotos:

 

 

 

 

Talvez um  público especifico de Fraternalha no caso, o público libertário, possa entender essa empreitada como uma recaída estatista, é preciso dizer que não! Entendam isso como uma visita a toca do leão. Sim, os  jovens estão lá, na toca do leão. O objetivo aqui foi a valorização de pessoas, independente do local que elas se encontram. Fraternalha também foi tentar criar uma ponte entre mundos diferentes.

Obrigado professor Jeferson pela acolhida.

Sobre Promoções – Uma Experiência e Algumas Dicas

Escrito por Djeison Moreira e originalmente publicado aqui

Todo mundo gosta de promoção. Os gestores gostam pois elas aumentam o fluxo de pessoas em seus estabelecimentos, os clientes gostam pois tem a chance de economizar ou receber vantagem especial e a economia gosta pois é movimentada. Enfim, promoção é boa para todo mundo…mas só quando funciona.

Recentemente uma pizzaria da cidade fez uma promoção aproveitando a temática do dia sem imposto. A ideia do Dia Sem imposto é muito bacana e visa educar o cidadão para que ele possa perceber o quanto de tributação ele paga automaticamente nos produtos e serviços para sustentar o governo e o estado. A proposta ganhou atenção da mídia nacional e teve grande repercussão o que faz com que gestores inteligentes e ligados veja aí uma oportunidade.

Dica: Datas comemorativas e eventos nacionais são sempre boas oportunidades para promover seus negócios. Ainda mais quando a mídia tradicional cobre a ideia ou data especial. Isso porque o cérebro dos possíveis clientes (pessoas/público) recebe menções contínuas sobre o tema. Quando você localmente lança a mensagem, o cérebro recebe mais facilmente aquela informação, estando mais apto para ouvir, entender e aceitar a mensagem.

Assim, a pizzaria foi muito inteligente em usar um tema em alta e oferecer um produto com redução de impostos acabou por gerar uma incrível oportunidade para um público que talvez, normalmente, não iria até eles neste dia.

Pois bem, uma promoção precisa de 3 coisas:

  1. Um Bom Atrativo para o Público;
  2. Uma vantagem para o Ofertante;
  3. Uma Boa Execução;

Tendo estas três coisas, é provável que sua promoção será um sucesso. Faltando uma delas, teremos problemas. Analisando a proposta da Promoção da pizzaria aqui da cidade, percebemos que eles conseguiram alcançar os pontos 1 e 2, mas falharam no 3.

O ponto 1 era claro: Uma pizza G por um preço SEM IMPOSTOS. O ponto 2 também: Maior público em uma quarta-feira, dia historicamente sem muito público nas pizzarias da cidade. Para correr tudo bem, bastaria uma ótima execução. E foi ai que o negócio falhou.

Cheguei na Pizzaria por volta das 19h20min. Já havia fila para pedidos. Descobri depois que eles haviam desligado o telefone pois não estavam conseguindo atender as chamadas (percebe aqui a perda de uma grande oportunidade?). Quando fui atendido, escolhi minha pizza enquanto ouvia a atendente dizer: “…a gente nem ia fazer essa promoção sabe, mas acabamos fazendo, achamos que íamos vender umas 30 pizzas mas olha só, veio todo mundo!”. Deixa eu ver se entendi.

Você faz uma promoção esperando que não dê certo? Rapaz! Qualquer pessoa com um pouco de compreensão sobre planejamento vai criar um cenário otimista e um pessimista. Estará pronto para caso der tudo certo e, igualmente pronto para caso tudo dê errado.

Para piorar ela comentou que eles já haviam feito essa mesma promoção no ano anterior, o que me deixa mais preocupado ainda. Todos os gestores e empreendedores deveriam mantém um registro de atividades promocionais que os permitam avaliar e obter conhecimento com as experiências futuras.

Fiz meu pedido e ouvi: “Vai demorar 2 horas ok?” Ok. Não há problema em oferecer um prazo maior para entrega, afinal, a casa estava cheia, a promoção rolando, duas horas me pareceu um tempo razoável. O problema é que, levou 3h20min. E meu pedido não foi o único que atrasou, o que rendeu reações nada positivas.

Eis alguns dos comentários que ouvi foram:

-“Se arrependimento matasse.”

-“Não sei porque fazer promoção se não conseguem atender!”

-“Faz 2 horas que estou esperando, vou pedir pra devolver meu dinheiro.”

-“Moço, eu preciso da pizza, meu filho pequeno está em casa e não posso buscar algo diferente a essa hora!” (mulher no balcão quando soube que sua pizza não havia nem sido preparada ainda)

Os atendentes a essa altura começaram a vender pizzas para entregarem em outro dia (o que achei bem inteligente), porém, a insatisfação da maioria era visível e as desculpas oferecidas eram as piores pois apenas demonstravam a falta de preparo para uma crise de sucesso. Sim, a promoção foi um sucesso e por isso, houve crise.

Em seus negócios, você precisa estar pronto para diversas crises. Entre elas, precisa estar preparado para crises de sucesso também. Uma vez que houve grande demanda na venda, o gestor precisa ter um plano de contenção. No caso aqui comentado, eles poderiam:

  • Ter limitado o número de pizzas, evitando que a demanda e a oferta fossem desproporcionais.
  • Realizar pedidos até um determinado horário (anunciando isso antecipadamente);

Uma vez que a coisa toda fugiu do controle, você precisa ser criativo e tentar diminuir a sensação de insatisfação dos clientes. Uma experiência boa é algo bom, mas uma experiência ruim é trágica!

Ao perceber o alto nível de clientes insatisfeitos, os gestores poderiam:

  • Ter ofertado algo para diminuir o nível de insatisfação (um aperitivo por exemplo, muita gente estava com fome pois havia vindo direto do trabalho);
  • Fidelizar (oferecer um voucher de desconto especial para próxima compra (que poderia ser utilizada em dia específico aumentando o fluxo em dias chave)
  • Pedir desculpas de forma mais profissional. (Dizer que não esperava um número tão grande, ou que a coisa fugiu do controle apenas evidencia que os clientes não são seu foco principal)

Embora Kotler (2000, p.616), defina de maneira clara e objetiva a promoção de vendas como “um conjunto de ferramentas de incentivos, em curto prazo, projetada para estimular a compra mais rápida ou em maior quantidade”, ela tem alguns efeitos colaterais que vão além do momento da venda. A experiência oferecida ao cliente que  que decide participar da promoção determina também o sucesso que ela tem a médio e longo prazo.

É claro que você faz uma promoção com o foco principal em VENDER MAIS. Porém, o VENDER MAIS não precisa necessariamente ser VENDER MAIS APENAS UMA VEZ. Aquele grupo de clientes que foi atraído pela vantagem oferecida pode ser fidelizado, basta que você esteja preparado e ofereça uma boa experiência (ótima é melhor, mas boa já serve também).

Por isso eu gosto de ver a promoção como uma forma de ampliar seu público alvo e permitir que as vendas aumentem não apenas no momento exato da promoção mas continuamente com acréscimo de mais pessoas a lista de clientes. Para isso, ela deve proporcionar ao consumidor um benefício concreto, sensibilizando-o naquele momento mas também, deve proporcionar uma experiência que permita ao cliente entender o valor acima do preço.

Enfim, promoção só é boa quando funciona.

Djeison

 

ContraForte-O rap libertário

Na contramão do que se entende por protesto político, a dupla ContraForte, faz um rap de conteúdo libertário com uma feroz crítica ao Estado. Na letra do rap Relutante os rapazes abordam vários temas de importância como por exemplo: inflação, legislação, economia e etc.

Trechos como:  “o salário mínimo aumentou, mas você ficou desempregado…burocratas não entendem da sua vida e do mercado, imposto roubo, dinheiro dos outros a inflação te dá o troco!” dão a tônica do recado dessa rapaziada.

A habilidade de sintetizar numa música de letra extremamente truncada tantos termos de ordem econômica, política e filosófica  é algo realmente inovador. Normalmente os rappers, ao menos os brasileiros, protestam de forma difusa e o mais próximo que eles chegam em entender o quão anti-natural é o Estado se resume nos seus confrontos poéticos com a polícia, tamanha falta de “atenção” se comprova com a legitimação de um regime totalitário pelo mano Brown.

Que essa informação alcance todas as periferias do Brasil.

“Aí, eu não sei de nada! Eu só sei que do jeito que tá, tá errado! O poder precisa ser descentralizado, tem que ser da margem para o centro, não do centro para a margem! O Estado nunca foi legítimo, tá ligado? Você, eu, que sempre fomos doutrinados para pensar que a gente precisa dele, demoro? Questione!”

-Relutante, ContraForte

Veja o Clipe:

Página ContraForte https://www.facebook.com/ContraForte-712670068883453/

Carta aos Libertários

“Quero compartilhar uma ideia com vocês, mas nessa mensagem não entrarei em detalhes.
Quem conhece o meu discurso vai entender onde quero chegar.

Olhando para o cenário da guerra mundial entre libertários e globalistas, as estratégias de guerra adotadas de cada lado, os sucessos e falhas de cada um…

O que eu noto é que eles estão num ponto confortável desse embate, eles tendo um maior numero de adeptos (disparadamente) dando passos de tartarugas enquanto expandem e difundem suas idéias e preparam mais e mais o terreno. Vivemos um momento onde a massa está anestesiada, sem enxergar essa batalha que ocorre diante de seus olhos. E essa é a grande vantagem que nossos inimigos possuem.

Por isso, pontuo que, é muito importante para os libertários ficarem atentos e agirem, sempre que os globalistas dão um passo, sempre que de alguma forma eles demonstrem que essa guerra está ocorrendo, seja com os ataques, com as manobras, qualquer cartada mais evidente deve ser usada por nós, temos que devolver o fogo nessas horas.
Aproveitem o momento que eles saem das sombras e joguem as luzes!

Quanto mais longe eles forem, mais obvia essa guerra fica, e a massa mais consciente de que precisa escolher um lado e o que é cada um dos lados.
Precisamos estar prontos pra esse campo de batalha, porque enquanto uns e outros pensam em fusionismo, a coisa ta caminhando e é inevitável que vá acontecer em breve.

O agorismo nunca teve um papel tão importante como o que está desempenhando agora e principalmente que desempenhará muito em breve.
Através do livre mercado, dos mercados negro e cinza, de ações voluntárias, da disseminação de idéias como o purismo, a desobediência civil, a própria filosofia da ética libertária… isso tudo ta sugando e irá sugar ainda mais as pessoas pra fora desse universo de mentalidade estatista.

Uma coisa é certa, essa guerra está para ser definida em breve. Se temos capacidade e competência pra competir?
É o que eu venho tentando descobrir”.

-Camila Vargas