Devemos comemorar o dia do trabalho?

Trabalhador moderno

Atualmente o Brasil conta com quase 14 milhões de desempregados, apesar do choro dos sindicalistas com a tal “greve geral” o trabalhador brasileiro não perdeu seus “direitos”. O brasileiro continua com INSS, FGTS, décimo terceiro, seguro-desemprego e férias. A CLT continua praticamente inalterada, tudo regulamentado pelo Pai Estado.

Uma pena.

O Brasil é um dos países mais paternalistas do mundo, é o lugar onde mais existe processos contra o empregador, mais de três milhões. A Justiça do Trabalho quase sempre decide em favor do empregado, mesmo quando este não tem qualquer razão.

Lugares com mercado próspero como os EUA ou a Grã Bretanha não possuem CLT e os salários são muito mais altos do que no Brasil.

Por alterações mínimas nas leis trabalhistas sindicalistas da CUT e seus pares queimaram barricadas, espancaram trabalhadores que não aderiram à greve, fecharam avenidas e foram às ruas como terroristas deixando a população atemorizada.

Os trabalhadores do país não aderiram à greve, eles foram impedidos de trabalhar.

Há excesso de paternalismo no México e os mexicanos acabam fugindo da pobreza e indo trabalhar nos EUA. Os socialistas não conseguem explicar o porquê.

O grande número de desempregados no país é culpa do excesso de intervenção do Estado nas relação de trabalho. O empregador tem medo de arriscar a contratar e sair no prejuízo com processos, mesmo após gastar pagando todas os encargos em dia.

O FGTS rende menos do que a inflação. Seria melhor que o funcionário ficasse com o dinheiro para si e escolhesse onde investir, podendo retirar o dinheiro no momento em que quiser.

O INSS é um esquema de pirâmide. Se trabalha hoje para sustentar os atuais aposentados esperando o mesmo no futuro. O trabalhador nunca vai receber a quantia que investiu de volta.

O décimo terceiro é só a divisão do salário anual, em 13 vezes ao invés de 12. Na prática você empresta um salário por um ano sem receber os juros.

Todos esses encargos diminuem o salário do empregado, pois o empresário precisa pagá-los ao governo ao invés de pagá-los ao trabalhador. Isso não muda o fato de que o funcionário vale o que a empresa gasta com ele.

Estamos há uma distância gigantesca das grande potências, estamos com uma legislação totalmente arcaica regendo as normas de trabalho ao invés de permitir uma relação direta entre patrão e empregado. Enquanto as pessoas mais atrasadas estiverem no poder e a economia for subordinada à política como é hoje, precisaremos nos contentar com um número grande de desempregados e estarmos sempre atrás das potencias mundiais.

Eduardo Ribeiro
Liberdade, liberdade, abre asas sobre nós. :-D

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