Carta aos Libertários

“Quero compartilhar uma ideia com vocês, mas nessa mensagem não entrarei em detalhes.
Quem conhece o meu discurso vai entender onde quero chegar.

Olhando para o cenário da guerra mundial entre libertários e globalistas, as estratégias de guerra adotadas de cada lado, os sucessos e falhas de cada um…

O que eu noto é que eles estão num ponto confortável desse embate, eles tendo um maior numero de adeptos (disparadamente) dando passos de tartarugas enquanto expandem e difundem suas idéias e preparam mais e mais o terreno. Vivemos um momento onde a massa está anestesiada, sem enxergar essa batalha que ocorre diante de seus olhos. E essa é a grande vantagem que nossos inimigos possuem.

Por isso, pontuo que, é muito importante para os libertários ficarem atentos e agirem, sempre que os globalistas dão um passo, sempre que de alguma forma eles demonstrem que essa guerra está ocorrendo, seja com os ataques, com as manobras, qualquer cartada mais evidente deve ser usada por nós, temos que devolver o fogo nessas horas.
Aproveitem o momento que eles saem das sombras e joguem as luzes!

Quanto mais longe eles forem, mais obvia essa guerra fica, e a massa mais consciente de que precisa escolher um lado e o que é cada um dos lados.
Precisamos estar prontos pra esse campo de batalha, porque enquanto uns e outros pensam em fusionismo, a coisa ta caminhando e é inevitável que vá acontecer em breve.

O agorismo nunca teve um papel tão importante como o que está desempenhando agora e principalmente que desempenhará muito em breve.
Através do livre mercado, dos mercados negro e cinza, de ações voluntárias, da disseminação de idéias como o purismo, a desobediência civil, a própria filosofia da ética libertária… isso tudo ta sugando e irá sugar ainda mais as pessoas pra fora desse universo de mentalidade estatista.

Uma coisa é certa, essa guerra está para ser definida em breve. Se temos capacidade e competência pra competir?
É o que eu venho tentando descobrir”.

-Camila Vargas

O que é a Guarda Mirim de Itaquá?

Guarda Mirim de Itaquá

Recebi nos últimos meses a oportunidade de cuidar do projeto social mais promissor da cidade, a Guarda Mirim de Itaquá.

O projeto em Itaquaquecetuba foi idealizado pelo Lucas do Liceu, é coordenado por mim (Prof. Eduardo Ribeiro) e tem a colaboração de inúmeras pessoas, entre professores, palestrantes e colaboradores.

A Guarda Mirim de Itaquá é uma associação civil, sem fins lucrativos, que tem como finalidade oferecer assistência e educação aos jovens da cidade de Itaquaquecetuba, é um projeto de caráter beneficente e filantrópico. O curso é totalmente gratuito.

Dinâmica em sala de aula
Professor Izael orienta os alunos durante dinâmica em sala de aula, na sexta-feira 07/04, para a primeira turma da Guarda Mirim de Itaquá.

Visamos com este projeto preparar os jovens a partir de 14 anos para o mercado de trabalho oferecendo instrução suficiente para o jovem preparar-se para o trabalho o quanto antes, desenvolvendo em nosso curso habilidades necessárias para não apenas ser um bom trabalhador ou empreendedor, mas, também um melhor cidadão.

O cenário do mercado de trabalho

Hoje o Brasil conta com 14,2 milhões de desempregados, segundo o IBGE, com dados de abril e esse número atinge um quarto dos jovens entre 18 a 24 anos. Uma das grandes causas do desemprego é justamente a falta de qualificação.

O curso

Durante as aulas o aluno aprende a criar currículos, como se comportar e como se vestir durante uma entrevista de emprego, como são as relações de trabalho dentro de uma empresa, participa de aulas básicas de língua portuguesa e matemática para o mercado de trabalho, redação, como falar em público, como trabalhar em equipe, teste vocacional, liderança, política, entorpecentes, entre inúmeros outros temas.

As aulas

Estamos com uma turma às sextas-feiras das 14:00 às 17:00 horas no Liceu Brasil na ladeira de Itaquá, em frente ao ponto de ônibus, próximo da Itaquá Passes, na rua da Liberdade, 45, no centro de Itaquá.

Palestras

Ocasionalmente convidamos algumas pessoas de grande renome da cidade para palestrar para os alunos sobre diversos temas em discussão na cidade. Estreamos com uma palestra com um guarda civil da cidade, o Ramiro Garcia, que palestrou sobre os efeitos da maconha no cérebro. Também tivemos uma brilhante palestra com o Dr. Eliardo Amoroso Jordão, da Polícia Civil que explicou para os alunos o papel das forças policiais no Brasil, falou sobre flagrante, tipos de delitos, sobre o sistema judiciário, entre outros.

Dr. Eliardo Jordão palestrando
No dia 24/03 o Dr. Eliardo Jordão palestrou em sala de aula sobre o papel das forças policiais no Brasil.
Dr. Eliardo Jordão recebe o certificado de palestra
No dia 03/04, entreguei o certificado de palestra ao dr. Eliardo Jordão, delegado de polícia que ministrou sobre o papel das forças policiais no Brasil para a primeira turma da Guarda Mirim de Itaquá.

Estivemos presentes na Fest Pro 2017, evento que ocorreu no Shopping Páteo de Itaquaquecetuba com um estande oferecendo inscrições para o projeto. No ato realizamos uma palestra para explicar sobre os fundamentos da Guarda Mirim, realizamos um sorteio de um kit escolar e sorteio de ingressos para o cinema, após a palestra.

Palestra na Fest Pro 2017
Palestrei na Fest Pro 2017 sobre o Programa Jovem Aprendiz e sobre a Guarda Mirim na sexta-feira (12/05) no evento realizado no Shopping Páteo.

Encaminhamento

A Guarda Mirim tornou-se uma referência para as empresas sobre os jovens capacitados. Os empresários preferem buscar uma indicação de jovens ao invés de ter o trabalho de selecionar aleatoriamente um jovem desconhecido para seu quadro de funcionários e para isso, acabam nos procurando, pedindo currículos, sabendo que do projeto sairá jovens com instrução e capacitação suficientes para ser um jovem que cumpra com o seu dever, entenda a hierarquia de uma empresa e seja uma referência em seu setor. Encaminhamos os currículos dos nossos alunos para empresas e vários deles já arrumaram o primeiro emprego em função do projeto da Guarda Mirim.

Inscrição

Ligue no Liceu Brasil para maiores informações através do telefone (11) 4642-0648 ou entre em contato conosco pelas páginas no Facebook. Essa pode ser a sua chance de mudar o seu futuro.

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Prof. Eduardo Ribeiro
Liceu Brasil

 

O impasse das reformas sob a presidência de Michel Temer

Michel Temer

Um alarde de proporções gigantescas foi criado no país após o plantão da Globo noticiar que Michel Temer tinha dado o aval para comprar o silêncio de Eduardo Cunha numa gravação feita por um dos homens fortes da JBS, Joesley Batista, o furo jornalístico parecia tão grande que a jornalista que o relatava, Renata Vasconcellos, apareceu bastante ansiosa durante a veiculação da notícia.

No entanto é preciso fazer uma reflexão estratégica sobre o jogo político, o áudio do presidente Michel Temer nem de longe é tão comprometedor quanto às provas a respeito do senador Aécio Neves, houve uma superestimação a respeito do mesmo e a queda do presidente ou a sua baixa popularidade só fortalece a esquerda, não há, do lado petista, que pede a saída de Temer, qualquer preocupação com a ética ou com o que é certo, eles estão apenas sendo estratégicos e jogando no erro do adversário, é uma falta ética para induzir tanto esquerdistas como direitistas a apoiarem a queda de Temer e a direita está fazendo isso do jeito que eles querem. Quem pede a renúncia ou impeachment são os mesmos que diziam que gravar presidente é ilegal e criminosos, são os mesmos que condenam delação premiada e são os mesmos que consideram Lula e Dilma inocentes dos males que causaram ao país. Não é possível esquecer em qual governo a JBS mais cresceu no país.

Levar um gravador é um sinal bastante óbvio de tentativa de indução da outra parte ao erro, já que não sabe da gravação, o caso é bastante diferente de uma interceptação telefônica, onde nenhuma das partes se dá conta de uma possível gravação.

O que realmente está em jogo aqui é a tentativa de barrar o avanço da reforma da previdência e da reforma trabalhista.

Michel Temer, Lula e Dilma estiveram unidos por muito anos em Brasília, no entanto, sempre houve um certo desentendimento entre eles e esse racha se tornou evidente durante o processo de impeachment. São dois grupos diferentes, um apoiando as reformas e o outro totalmente contrário a elas. Juntar-se à esquerda agora para a saída de Temer é cair na narrativa do adversário, é fazer o que eles querem, para poder eleger um presidente de esquerda que vai barrar todo tipo de reforma previdenciária ou trabalhista, impossibilitando o país de sair da crise econômica. Se a direita política cair no jogo da esquerda, vão entregar o poder nas mãos do mesmo grupo que passou mais de uma década saqueando o Brasil.

O presidente Michel Temer sempre teve uma popularidade baixa, afinal, ele foi vice da presidente mais impopular do período democrático.

O problema com essas denúncias é se elas afetarão definitivamente o poder de influência do presidente. Se assim ocorrer, ele não conseguirá passar as reformas em andamento para colocar o país de volta aos trilhos. Não haveria solução nesse caso, apenas a renúncia.

O grande problema é se o sucessor dele levará as reformas adiante ou levará o país ao atraso novamente inchando a máquina pública. Por isso, essa troca é arriscada.

O que está em jogo não é o Michel Temer, mas, as reformas da previdência e trabalhista que estão, agora, paradas em função deste impasse.

 A hora do Temer vai chegar, mas, é preciso tomar cuidado com o que se deseja ou poderemos condenar o país a mais uma década de socialistas no poder.

 

O monopólio dos transportes públicos em Itaquaquecetuba é péssimo para a população

Transporte público

Há pouco mais de um mês o motorista Fabiano Manoel Inácio morreu em Itaquaquecetuba sendo perseguido pela Polícia Científica e pela GCM e acabou sendo alvejado numa situação controversa e ainda não esclarecida. Fabiano era motorista ilegal de van. Após o caso, uma reportagem da TV Diário denunciou um esquema de pagamento de propina para que o transporte alternativo circulasse na cidade.

O grande culpado pelo caso das vans ilegais em Itaquaquecetuba é o monopólio nos transportes públicos garantido por lei para a empresa CSBrasil, empresa do grupo Julio Simões.

Enquanto apenas uma empresa tiver o direito de circular e com isso oferecer um serviço insatisfatório por um preço alto, mais empresas estarão à margem da lei tendo que pagar propina para levar um serviço necessário para a população e gerar casos como o da morte de um motorista de van na cidade.

A melhor forma de acabar com esse problema é erradicar totalmente o monopólio em Itaquá e abrir o mercado de transportes. O cidadão não quer a dita empresa fora da cidade, ela serve a população há muitas décadas, mas, o modelo de arrecadação desta empresa junto ao povo de Itaquaquecetuba é imoral.

A insatisfação é grande pelos atrasos, pela dupla função de motorista e cobrador gerando lentidão, pelo excesso de quebra de veículos, entre outros, sem que o usuário possa optar por uma segunda ou terceira empresa.

Os motoristas de vans poderiam ser uma opção viável, eles são pais de família e querem poder trabalhar. É o que eles sabem fazer.

O que a prefeitura de Itaquaquecetuba tem feito até então é dar resposta pronta para a imprensa negando a realidade para se eximir, como fez na reportagem da TV Diário, mas, é a própria prefeitura que não tem força suficiente para vencer a briga com a JSL.

O prefeito Mamoru Nakashima (PSDB) alega que o contrato tem duração até 2018. Mas, há algum plano para que após o final do contrato o mercado nos transportes seja, de fato, aberto? Ou será renovado mais uma vez por dez anos como fez o prefeito anterior?

O prefeito desistiu de dar esclarecimentos e permanece em silêncio enquanto a passagem de ônibus aumenta a cada dia sem que ele consiga fazer nada. É preciso combater o monopólio dando liberdade para que as empresas visem o lucro através da competição oferecendo o melhor serviço para conquistar o cliente e servir a cidade.

Bitcoin, a democratização do dinheiro

Estão ficando cada vez mais constantes as conversas que envolvem o bitcoin. Muitos, por não entenderem do que se trata, ficam observando de longe e com muita desconfiança.

O certo é que tal inovação veio para quebrar o atual paradigma do dinheiro. E como toda inovação, demanda tempo, até que as pessoas assimilem os detalhes que envolvem essa tecnologia.

E você, sabe o que é bitcoin, como surgiu e como funciona? pensando em responder a essas e outras dúvidas, Fraternalha sugere o vídeo de Fernando Ulrich economista e especialista em bitcoin.

Para se aprofundar mais no tema baixe aqui o livro Bitcoin-a moeda na era digital do mesmo autor.

Tenha um bom aprendizado!

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A ideologia do senso comum e o crescente interesse pelo debate político

Tendo em vista, o aumento do interesse pelo debate político, cresce a demanda por mais informações que forneça o contraditório como ferramental de apoio, já que, se as pessoas continuarem partindo do mesmo paradigma, o que se tem na verdade, não é um debate, e sim: uma variação do que já existe em se tratando das idéias, fazendo com que, os inclusos em tal contexto, cheguem sempre as mesmas conclusões, apenas com nomenclaturas diferentes.

Partido desta exposição introdutória, o presente artigo tem como objetivo responder o conteúdo de uma publicação feita no Facebook, onde o usuário da referida rede social, representa com perfeição o perfil dos novos debatedores. Pessoas que tem opinião, porém, munidas de uma repertório senso comum, no fim das contas sugerem mais do mesmo.

Para que haja total entendimento do diálogo proposto, confira a referida publicação

 Olha, pessoal… um médico, para estar apto a atender um paciente, precisa, no mínimo, estudar cinco anos, fora residência, especializações e etc.

E não digo isso especificamente desta profissão, mas de todas as outras áreas.
Agora, eu pergunto: por que a maioria dos políticos exerce cargo (não função), sem ter conhecimento administrativo algum, roubam milhões do nosso bolso e não são presos? 🤔
Na minha humilde opinião, político só poderia ocupar ou me representar em cargo público se tivesse um curso em administração, política pública e/ou algo do gênero. Já chega de amadores, que se dizem do povo, mas que se preocupam mais com benefício próprio do que o outro. Pena que caráter não existe ensino que dê jeito, né?!
É uma pena ver o país na situação que está… mas que tenhamos esperança de que esse câncer tenha cura, para o bem de nossos filhos, netos e etc.

Eu, infelizmente, acho que não viverei para ver esse milagre.
Que possamos dialogar sobre e nos utilizar da tecnologia para fiscalizar esses vagabundos engravatados que não me representam!” 

Quanto ao primeiro parágrafo, o autor da publicação expõe sua indignação, sugerindo que um dos problemas é a falta de preparo técnico dos políticos, mas se ele parte desse ponto, fica explícito que não houve uma atenção por parte dele, para o que é a proposta democrática. Nas regras do jogo democrático os vencedores são os que se organizam seja: em uma minoria ou maioria e isso independe de formação acadêmica, a regra é clara a associação se dá por interesses em comum, que se sobrepõe aos interesses de outros grupos já que esses outros grupos demandam outras pautas.

Subsequentemente, ele reforça sua impaciência e denuncia o roubo de milhões sem quaisquer punição, na palavra “MILHÕES” fica entendido que é em referência aos atuais escândalos noticiados aos quatro cantos, no entanto, essa única palavra (milhões) expõe que a existência da atual estrutura estatal bem como a forma com que ela se financia é ponto pacífico para o debatedor, quando se acaso ele tivesse tido o minimo contato com a literatura que questiona tal paradigma, talvez ele sugerisse não se tratar de milhões, mas sim, de trilhões de dinheiro roubado.

A proposta deste inicio de argumento não é a de transformar a pessoa  mainstream em libertária com a leitura de apenas dois parágrafos mas só, de apenas mostrar as opções de ideias que fariam diferença na elaboração de propostas variadas.

No segundo parágrafo a sugestão é no sentido de que uma pessoa munida de uma formação da área administrativa seria uma boa opção de político, aqui se repete a proposta do mito do Estado eficiente, que pelas características da proposta democrática é algo impraticável. Entenda: um administrador tem a função de administrar os recursos escassos os alocando de forma ordenada onde realmente ele provoque os melhores resultados, essa lógica se aplica à propriedade privada onde de posse de todas as informações o administrador atua: movendo com cautela os recursos de um ponto à outro.

Agora confronte essa atuação administrativa  ao arranjo democrático, que não tem no seu escopo de propostas a ideia da escassez dos recursos. No fim das contas, o que acontecerá é que o atual grupo detentor do poder, a ele conferido pela democracia, direcionara grande parte da riqueza de uma população às suas demandas particulares e os desfavorecidos por esse movimento de recursos, atribuirão  a isso o nome de: má administração ou corrupção. Por isso, não! As práticas administrativas de empresas não são aplicáveis na estrutura estatal.

Ainda no segundo parágrafo ele percebe que o apelo populista é golpe quando diz que: “que se dizem do povo” mas o artigo tem a obrigação de esclarecer que isso é um padrão e que ao longo de várias décadas foi utilizado no mundo todo. Quanto a esses populistas que apenas visão o enriquecimento pessoal existem dois tipos: os que praticam a “velha corrupção” e os que usam a corrupção como meio para alavancarem uma proposta política, os segundos sem dúvida são os piores.

Obs.: no trecho anterior o uso da palavra corrupção  foi apenas por convenção já que corrupção pode ser entendida como a forma com que o Estado consegue os recursos que o financia os impostos. Na sequência é exposta uma desesperança, e isso é ruim, e demonstra que para ele, tudo isso é algo imutável  e que é inerente a existência das coisas, isso o afastou tanto da busca por possibilidades humanamente possíveis que ele considera o Estado como algo metafisico já que sugere que só por, milagre! tal realidade de desmando se reverta.

O que é o Estado senão uma tecnologia que a sociedade por conveniência usa? E como qualquer tecnologia fica obsoleta, já é obsoleta! E para provar que o Estado deve ser tratado no campo físico segue uma breve lista do que o compõe: armas, prédios, computadores, funcionários, veículos, máquinas em geral, e etc… Não precisa de nenhum milagre para que esse arranjo mude.

O desfecho foi em tom de protesto, ele diz: “esses vagabundos engravatados que não me representam!”  De fato não, já que nenhum homem terá melhor representante do que ele mesmo. A democracia não oferece a ninguém bons representantes já que cada individuo é um ser único, e para finalizar ele propõe como ferramenta de defesa, a tecnologia, isso concorda com o artigo que também sugere a busca por novas tecnologias como opção as atuais, mas, ao contrário dele que sugere tecnologias para fiscalizar a atual situação o artigo sugere tecnologias que substituam a atual situação.

 

Os males criados pelo financiamento estatal da cultura

No âmbito das associações voluntárias se enquadra a relação entre, artistas e fãs. A expressão de um artista nada mais é que, o produto final de tudo que o individuo artista absorveu durante toda vida. Nesse pacote vai: a ideologia política, a espiritualidade, os sonhos e até os mais íntimos caprichos, tudo isso é direcionado e lapidado até ser transformado em um produto final que pode ser: uma peça teatral, um CD,  uma aprestação de voz e violão em um bar, um filme, e etc.

Em se tratando de uma relação voluntária, não cabe aí julgamentos que fujam do âmbito estético da arte. Ex: “Ah, o Marcos curte Samba, Samba é chato!” ou “Ah, que filme ruim!”. Nessas falas o crítico das artes em questão questionou a estética, que aos olhos dele, não é boa, porém, houve respeito a voluntariedade de associação dos que curtem tais manifestações. Diferente seria, se esse mesmo crítico fizesse uso de alguma agressão para fazer valer sua opinião.

O artista percebendo que um certo perfil de pessoas formam sua base de seguidores, ele de forma automática passa a investir nesse seguimento, criando assim, um padrão, uma marca, uma comunicação que é comum a esse público e dessa forma, investe seus recursos no aprimoramento desse produto, isso determinará o conteúdo das novas composições, do novo roteiro, do novo repertório da nova história.

Com marca e propostas bem definidas o artista se comunicará de forma efetiva, e todos terão clareza de estarem se associando à uma proposta artística que seja alinhada a sua verdade pessoal, daí surge a associação totalmente voluntária entre fã e artista.

Qual o pior cenário quando se trata das manifestações artísticas sob uma ótica econômica?

Os subsídios fornecidos pelo poder estatal através das “leis de incentivo“!

Devido a origem dos recursos provenientes dos impostos, pessoas não consumidoras de uma arte em especifico, passam a financiar um artista, que elas nem façam ideia que exista, isso retira deste pagador de imposto, a possibilidade de consumir a arte do artista de sua preferência, por outro lado esse artista favorecido por tal incentivo estatal, perde a referência de quem é o consumidor da sua arte, isso impactará em todas as decisões durante o processo de produção trazendo como possíveis consequências: repertório ruim, fotos feias, história sem liga, e etc.

No contexto exposto no parágrafo anterior fica definida como se dá uma relação não voluntária entre artista e consumidor de arte e como esse tipo de associação pode ser prejudicial para ambas as partes.

Os parabéns deve ser dado aos artistas que no dia à dia se esforçam para entregar mais e melhor aos seus fãs, ou para atingirem novos consumidores fazem uso de táticas pacíficas seja: Divulgando seja produzindo de forma diferente. Aos artistas que de forma coercitiva tentam impor sua arte, cabe uma reflexão: Vale apena dedicar a vida a uma arte que as pessoas são obrigadas a consumir?

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A participação libertária na política é um erro estratégico!

Quais seriam os movimentos de um libertário dentro da estrutura estatal? A sabotagem o desvio, o discurso anti-Estado nas câmaras legislativas? Essas ações podem ser encaradas como um grande erro estratégico, com algumas consequências bem previsíveis. Leia os próximos parágrafos e entenda o argumento.

Este artigo se originou de um questionamento feito aqui onde é colocada uma situação onde, voluntariamente, um individuo libertário dá o “aceite” nas regras do Estado, para  participar do jogo democrático. Dessa situação nasce algumas perguntas que talvez gere um debate interminável, e até desagregador mas, diante da observação de que essas questões são pertinentes ao movimento, segue abaixo algumas perguntas bem como suas respectivas respostas em branco e não definitivas.

  1. Ao dar o aceite, não estaria o libertário condicionado à ser cobrado futuramente, tendo como base: o argumento de ter aceito VOLUNTARIAMENTE os termos de um contrato?
  2. Ao ignorar os termos do contrato, sob a justificativa de que a outra parte, o Estado, não tem legitimidade: como seriam realizadas as atividades de destruição do Estado, “por dentro” colocada nos termos do primeiro paragrafo deste artigo? considere para essa questão os seguintes itens:

a) Ao partir para a sabotagem, desvio e discurso anti-Estado, O que isso comunicaria as pessoas que ainda estão sob a sombra do senso comum? Talvez  as manchetes seriam: “JOÃO LIBERTÁRYUS FOI CONDENADO POR LAVAGEM DE DINHEIRO E CORRUPÇÃO PASSIVA”

b) Agir para melhorar a eficiência estatal com o objetivo de que ela demande menos impostos. É possível imaginar as pessoas (senso comum) dizendo: “Agora sim, esse governo é bom!”

Enfim, não há como negar que a participação libertária na estrutura estatal em algum momento gerará alguma contradição. Talvez o momento seja de se investir na propagação das ideias da liberdade já que, essa ainda hoje, em 2017, é novidade para grande parte dos brasileiros.

Conforme o exposto nas linhas anteriores fica evidente o erro estratégico que é essa participação libertária na estrutura estatal, aos olhos dos possíveis eleitores esse libertário será enquadrado como sendo simplesmente: O Político! E todo ideário senso comum atribuirá aos “erros” desse político o nome de corrupção, não bela e imoral.

Não há como vestir a camisa do adversário sob a justificativa de que faz isso para ajudar seu time de origem, e fazendo gol contra, não esperar ser punido pela atual torcida.

O legado da crise hídrica

Durante o auge da crise hídrica vivida por grande parte da população do Estado de São Paulo três jovens estudantes de engenharia do Alto Tietê (ALBERTO HIDEKI OIKAWA, ANDERSON DA CRUZ GALVÃO e JEFFERSON ANTONIO DE PÁDUA) aceitaram o desafio de: Através de uma pesquisa, desenvolverem um sistema de captação e tratamento de água de chuva, que fosse economicamente viável e que servisse também, como ferramenta de conscientização do grande potencial pluvial contido em cada residência.

Tal iniciativa vem para confirmar, que mesmo diante das soluções de grande porte sugeridas pelo poder estatal, a inovação, o desejo de criar e encontrar alternativas mais simples e descentralizadas é algo tatuado no coração de muitos indivíduos e isso deve ser reconhecido e incentivado.

Alguns poderão dizer, que o projeto não é inovador por se tratar de uma obviedade que consiste em: Captar e armazenar a água que nos é fornecida de graça pela chuva. Se este questionamento for feito, um dos objetivos do projeto foi cumprido com total sucesso: O objetivo de nos fazer entender, que já que se trata de uma obviedade, por que não fazemos no dia a dia?

A pesquisa deu origem a um artigo que pode ser conferido aqui. Confira também no link abaixo em slides, parte do projeto contendo: dados técnicos e fotos do protótipo, bem como alguns resultados e conclusões.

Tecnologia para reutilizacao da agua da chuva

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A negação da política é uma péssima idéia

Os libertários mais radicais, os anarcocapitalistas, condenam a política com veemência, negam a “coisa pública” e condenam os atos a respeito do seu controle.

Negar a política em prol de um ideal é um grande erro, é anti-estratégico, a romantização da ideia da não existência do Estado os deixa de mãos atadas. O argumento mais comum é de que não devem meter-se com política pois é imoral associar-se com o maior dos males, segundo eles, o Estado.

Enquanto há o ideal da não existência do Estado, há a realidade, e é através dela que as coisas funcionam. Rothbard mesmo menciona na Anatomia do Estado que na política há apenas grupos de pressão e se não nos envolvermos haverá justamente o envolvimento apenas daqueles a qual combatemos, os socialistas e seus similares impondo suas regras de cima para baixo para que toda a sociedade as obedeça.

O Estado é invencível. Ou podemos sonhar com sua destruição ou podemos nos envolver ao aparato estatal e direcioná-lo para sua diminuição visando mais liberdade na vida de todo o cidadão brasileiro.