A negação da política é uma péssima idéia

Os libertários mais radicais, os anarcocapitalistas, condenam a política com veemência, negam a “coisa pública” e condenam os atos a respeito do seu controle.

Negar a política em prol de um ideal é um grande erro, é anti-estratégico, a romantização da ideia da não existência do Estado os deixa de mãos atadas. O argumento mais comum é de que não devem meter-se com política pois é imoral associar-se com o maior dos males, segundo eles, o Estado.

Enquanto há o ideal da não existência do Estado, há a realidade, e é através dela que as coisas funcionam. Rothbard mesmo menciona na Anatomia do Estado que na política há apenas grupos de pressão e se não nos envolvermos haverá justamente o envolvimento apenas daqueles a qual combatemos, os socialistas e seus similares impondo suas regras de cima para baixo para que toda a sociedade as obedeça.

O Estado é invencível. Ou podemos sonhar com sua destruição ou podemos nos envolver ao aparato estatal e direcioná-lo para sua diminuição visando mais liberdade na vida de todo o cidadão brasileiro.

Devemos comemorar o dia do trabalho?

Trabalhador moderno

Atualmente o Brasil conta com quase 14 milhões de desempregados, apesar do choro dos sindicalistas com a tal “greve geral” o trabalhador brasileiro não perdeu seus “direitos”. O brasileiro continua com INSS, FGTS, décimo terceiro, seguro-desemprego e férias. A CLT continua praticamente inalterada, tudo regulamentado pelo Pai Estado.

Uma pena.

O Brasil é um dos países mais paternalistas do mundo, é o lugar onde mais existe processos contra o empregador, mais de três milhões. A Justiça do Trabalho quase sempre decide em favor do empregado, mesmo quando este não tem qualquer razão.

Lugares com mercado próspero como os EUA ou a Grã Bretanha não possuem CLT e os salários são muito mais altos do que no Brasil.

Por alterações mínimas nas leis trabalhistas sindicalistas da CUT e seus pares queimaram barricadas, espancaram trabalhadores que não aderiram à greve, fecharam avenidas e foram às ruas como terroristas deixando a população atemorizada.

Os trabalhadores do país não aderiram à greve, eles foram impedidos de trabalhar.

Há excesso de paternalismo no México e os mexicanos acabam fugindo da pobreza e indo trabalhar nos EUA. Os socialistas não conseguem explicar o porquê.

O grande número de desempregados no país é culpa do excesso de intervenção do Estado nas relação de trabalho. O empregador tem medo de arriscar a contratar e sair no prejuízo com processos, mesmo após gastar pagando todas os encargos em dia.

O FGTS rende menos do que a inflação. Seria melhor que o funcionário ficasse com o dinheiro para si e escolhesse onde investir, podendo retirar o dinheiro no momento em que quiser.

O INSS é um esquema de pirâmide. Se trabalha hoje para sustentar os atuais aposentados esperando o mesmo no futuro. O trabalhador nunca vai receber a quantia que investiu de volta.

O décimo terceiro é só a divisão do salário anual, em 13 vezes ao invés de 12. Na prática você empresta um salário por um ano sem receber os juros.

Todos esses encargos diminuem o salário do empregado, pois o empresário precisa pagá-los ao governo ao invés de pagá-los ao trabalhador. Isso não muda o fato de que o funcionário vale o que a empresa gasta com ele.

Estamos há uma distância gigantesca das grande potências, estamos com uma legislação totalmente arcaica regendo as normas de trabalho ao invés de permitir uma relação direta entre patrão e empregado. Enquanto as pessoas mais atrasadas estiverem no poder e a economia for subordinada à política como é hoje, precisaremos nos contentar com um número grande de desempregados e estarmos sempre atrás das potencias mundiais.

Hoje é dia de relembrarmos Ayrton Senna

Ayrton Senna

Hoje é primeiro de maio, aniversário do falecimento de uma das maiores lendas do automobilismo de todos os tempos, Ayrton Senna.

É quase impossível não ser um grande fã do Ayrton, ele é uma grande inspiração para todos, por seu jeito absolutamente competitivo e dedicado ao que fazia, soube levar autoestima ao povo brasileiro sempre tão guerreiro nas batalhas e na busca pela vitória acima de qualquer coisa.

Senna é uma lenda porque ele fazia o que a maioria não consegue, colocava a busca pela vitória acima de qualquer coisa, foi um guerreiro incansável, tanto que chegou a ao tricampeonato mundial de Fórmula 1 em 1988, 1990 e 1991.

Ayrton tinha seus defeitos como qualquer ser humano, mas, era um homem correto, generoso, batalhador, temente a Deus e acima de tudo, um vencedor.

Ayrton Senna, onde quer que esteja, o mundo sente uma saudade enorme de você. Sua figura, de presença forte e vitoriosa, continua a inspirar a todos.

Nunca confie demais em médicos

Erro médico

A medicina é uma arte, é um dom divino, é um dos mais nobres ofícios a qual o homem pode se dedicar. No entanto, salvar vidas dá um poder imenso ao médico e isso — em se tratando do ser humano — é algo muito perigoso.

Diversos médicos, em função da importância de suas profissões, acabam por possuir um ego extremamente inflado e isso, em determinadas situações pode comprometer o diagnóstico de um paciente e levá-lo a óbito, como insistir num erro para não admitir que falhou.

Nosso corpo dá sinais claros quando algo não está bem, cada pessoa deveria conhecer seu corpo mais do que ninguém, buscar conhecimento razoável para tal, cuidar da saúde, questionar seu médico e ir atrás de informação. Assim como fazemos com nossos automóveis, computadores ou demais equipamentos, em se tratando de manutenção.

Na televisão é repetido como um mantra para não tomar medicação por conta própria. Isso é uma bobagem. Se você souber o que está fazendo, conhece a causa e efeito do seu ato, faça-o. É melhor do que gastar dinheiro ou ficar horas esperando numa fila para o médico lhe dizer para tomar dipirona.

É muito comum ouvir de pacientes que quando tentaram obter mais informações de um médico ou sugerir algo sobre o seu próprio problema, ouvirem dos mesmos: “O médico aqui sou eu. Sou formado nisso e naquilo…”, é aquela cultura brasileira de idolatrar diploma. Não caia nessa. Os médicos erram e erram muito.

Há um estudo que diz que erros médicos matam duas pessoas a cada três minutos no Brasil. Há um sem número de casos assim na justiça buscando indenização por mortes causadas por falhas médicas.

Segundo uma reportagem da Folha, só em 2016 são 351 casos na justiça e em 2015, 474. Outro estudo publicado no UOL diz que a maior causa de mortes no Brasil são erros médicos totalmente evitáveis.

É óbvio que há excelentes médicos no mercado, que não se consideram semideuses e que fazem uma diferença enorme na vida do paciente. Mas em se tratando de saúde, é sempre bom desconfiar e buscar uma segunda opção caso haja alguma desconfiança. É a sua vida que está em jogo.

O socialismo dá certo sim! Mantém o pobre na pobreza e distribui inflação jurando que é renda

Durante sua campanha, o socialista promete céus e literalmente terras, um discurso meloso e maldoso, já que, através do marketing previamente feito, ele sabe que o povo quer mudar de vida, mas por cegueira ideológica ele ajusta a real demanda, que é o desejo de melhorar materialmente para o que ele acredita ser o melhor: A  necessidade de ser igual, isso mesmo, ele diz saber o que é o melhor para pessoas que ele nem faz ideia de quem são.

Basicamente um inimigo é apontado, e com dedo em riste ele ataca o tal burguês e a classe média numa subjetividade tosca já que, um simples homem do dia a dia pode enxergar no teu vizinho que possui dois carros o tal burguês e o que possui dois carros enxergar o mesmo no que possui três e assim por diante.

Pura inocência acreditar que um homem que ataca a prosperidade material de alguns, possa oferecer meios para que alguém tenha acesso a bens e serviços em abundância, porque no exato momento em que a pessoa passa a ter acesso a tais itens, ela passará a compor o grupo dos indicados como inimigos do povo, O tal Burguês

A crítica que faço aqui, não é ao socialismo que propõe a abolição total da propriedade privada e a coletivização dos meios de produção já que esse é comprovadamente inviável mas aí alguns podem dizer: “Ah, então o que você ataca não é o socialismo” como se este na impossibilidade de ser implantado na tua forma original não tivesse se renovado e adquirido outras formas.

Então o que propõe o socialista atualmente? Ele diz propor a distribuição de renda através de politicas estatais, mas ora, distribuir qual renda? já que a propriedade privada e a liberdade de empreender estão sob constantes ataques, iniciados exatamente por ele. Até quando ele vai negar que somente através dessas duas o pobre consegue acumular algum capital e enfim, por ele mesmo, alcançar o desejado conforto material? No fundo eu acho que ele sabe que suas ideias são contraditórias e o que se busca é somente o poder pelo poder.

Aí o sujeito chega ao poder e se depara com a seguinte realidade: Não existe o suficiente para que se atenda as demandas de todos que acreditaram nele, e como haveria de ter, já que a riqueza foi apontada anteriormente como vilã? E agora, qual riqueza distribuir? E ele no desespero de se manter na crista da onda populista, adota o keynesianismo e imprimindo dinheiro, eufórico feito um menino ele vai distribuindo a moeda falsa dizendo ser a tal distribuição de renda.

Infelizmente é isso, Os ataques à propriedade privada e ao acúmulo de capital levam ao Populismo, que leva ao Keynesianismo que leva ao Desenvolvimentismo que por fim leva ao agigantamento estatal que mantém as pessoas exatamente onde elas estão.

 

O Espetacular A380 chega ao Brasil

 

Ontem 26/03 Pousou em sua primeira viagem comercial ao Brasil, a Incrível máquina voadora Air bus A380 da empresa Emirates.

A partir desta data o A380 fará um voo diário entre Dubai e Guarulhos.

O evento organizado por alguns grupos no facebook reuniu aproximadamente 500 pessoas no morrinho em Guarulhos.
Entre aplausos, lágrimas e gritos as pessoas que lá estavam puderam conferir de perto toda a imponência, beleza e detalhes do Avião.
Confira algumas fotos.

O estrago vai muito além da carne!

Além da carne estragada tem também o estrago econômico provocado por essa política chamada de nacional desenvolvimentismo onde empresas já ricas como por exemplo o grupo JBS, recebem uma espécie de bolsa na forma de empréstimos subsidiados

A justificativa para se conceder tais “incentivos” é a justificativa base do nacional desenvolvimentismo: “Por se tratar de um setor que consideramos estratégico, fomentaremos seu fortalecimento!”.

Mas afinal, que mal existiu em o governo federal financiar o grupo JBS?
O grupo JBS pegou empréstimos gigantescos a uma taxa de juros de 2,5% em um cenário onde a desvalorização do real era por volta de 6% devido a inflação ou seja: No ato da aquisição dos empréstimos já estava explícito que o montante a ser devolvido seria menor que o montante adquirido.

A coisa fica ainda pior quando entendemos o percurso do dinheiro, vejamos: A empresa se dirige ao BNDES que por sua vez é abastecido, em parte, pelo tesouro nacional, este último por sua vez, não opera através de uma prévia poupança. Grande parte dos recursos do tesouro nacional é adquirido através da venda de títulos, que nada mais são que, empréstimos que empresas e pessoas fazem ao governo, e isso foi intensificado nos últimos anos. É fato publico e notório a intensificação de propagandas do tesouro direto, com o objetivo de levantar fundos para tal politica econômica, e isso você pode facilmente constatar sem muito esforço.

O tesouro direto

O tesouro direto oferece aproximadamente 14% a quem lhe empresta, então, como pode ser viável esse mesmo tesouro através do BNDES emprestar a 2,5%?

Como que no tempo combinado o tesouro conseguirá devolver a quantia combinada, já que emprestou com taxas menores que as taxas que tomou seus empréstimos?
Para quem tem o poder de imprimir dinheiro isso não é um problema, isso mesmo, a diferença é compensada com impressão de moeda! uma das piores atitudes que um governo pode tomar, já que isso, necessariamente, impõe os custos da operação à população. Sim!   É assim que o governo cria a inflação: Imprimindo moeda para pagar as dívidas criadas por ele.

Algumas pessoas não fazem uma correlação entre o escândalo da carne e as reformas da previdência e a trabalhista e sugerem que: tudo isso é fumaça, para que o tema das reformas caiam no esquecimento, mas não, tudo está totalmente interligado. E digo mais: o desenvolvimentismo é um tema não muito abordado porém, como politica econômica, deveria ser extirpado antes mesmo de se fazer qualquer outra reforma.

Porque o INSS nem deveria existir!

Apesar de não compartilhar da mesma posição de contrariedade à reforma da previdência, também não me coloco a favor. Porque ao optar em ser favorável, eu, igualmente aos que são contra, estaria legitimando a interferência estatal em algo muito importante para qualquer pessoa: A segurança financeira na velhice! Sendo assim, hoje tenho a posição firme de que nenhum sistema previdenciário estatal ao menos devesse existir!

Os argumentos que inclusive me convenceram, não vem dessa brincadeira do “nós contra eles” típico das disputas políticas e algumas pessoas podem insinuar que sou um anti-povo elitista. E para provar que não, os argumentos a seguir tem como base autores como: F.A. Hayek, Frédéric Bastiat, Murray N. Rothbard e Ludwig von Mises críticos ferozes do espólio praticado contra indivíduos por parte de governos.

Antes, não podemos deixar de denunciar a injustiça que seria para os que já teve seu dinheiro confiscado pelo INSS, e na esperança de um dia receberem algo de volta, são surpreendidos por uma regra que no meio do jogo muda! e muitos desses por desespero acabam pedindo por mais controle estatal em suas vidas, sem se atentarem, para o fato,  de que isso é condenar os que nem entraram no mercado de trabalho, ao mesmo destino de instabilidades e incertezas.

O primeiro argumento contra a previdência estatal nasce da  imoralidade do sistema, que se financia com dinheiro tirado das pessoas de forma coercitiva, isso é contra a lei portanto é crime! E isso bastaria para dar fim ao debate.

Por acaso, algum de nós conseguiria obrigar alguém a depositar uma quantia mensal em nossas contas, sob o pretexto de saber administrar melhor o recurso que o próprio dono, sem sofrer algum tipo de resistência ou punição?

Só se consegue tal coisa se você possuir o monopólio da força, somado com certa flexibilidade moral da população, que faz com que: Em alguns casos elas aceitem o roubo da propriedade de terceiros ou a propriedade delas mesmas em nome de uma causa “nobre”. Como se ao destinar um recurso de origem imoral à essa tal causa nobre, justificasse o motivo da violência original para se obter os recursos.

Em relação a pessoa reivindicar a previdência estatal como um direito, seria aceitável acaso dependesse apenas da iniciativa pessoal dela, em depositar o recurso no cofre do governo. Porém, não é assim que acontece e pessoas que não concordam em financiar o sustento de desconhecidos, acabam por ordens de políticos sendo obrigadas à arcar com os custos, do tal direito à aposentadoria estatal de terceiros.

Portanto, por mais que se propagandeie os supostos benefícios da previdência estatal, a sua legitimação é imoral! já que o recurso é produto de coerção. Alguns, mesmo depois de saberem da imoralidade do sistema, talvez apelem para um argumento utilitário: onde abandona-se o que é o certo e o errado e apoia-se o que compensa ou não.

Como saber se a aposentadoria estatal é a melhor opção, já que não existem concorrentes que possam fazer frente ao serviço imposto pelo Estado? Numa ponta o INSS suga grande parte das rendas das pessoas e na outra ponta, o Estado dificulta o fortalecimento de seguros privados com regulações e altos impostos, tal estratégia não deixa dúvidas de que se trata de uma opção pelo monopólio, sem se importar  que isso prejudique as pessoas.

Em meio à toda essa discussão, deve-se separar os que conscientemente apoiam o esquema perverso praticado pelo Estado, dos que clamam pelo Estado sem saberem que:

Sem o Estado no mercado Previdenciário, surgiria um novo “problema” O excesso de outras opções!

 

 

O maior esquema de pirâmide do Brasil

Sick Old Man

Está em acalorada discussão no país a chamada reforma da previdência. A discussão no seio político e nas redes sociais dividiu as pessoas em dois grupos, os favoráveis à reforma e os contrários a ela. Contrário ou não à reforma, o fato é que o INSS deveria ser extinto.

A questão é complexa pois envolve fatores sociais e humanos como pensão por morte, pensão por invalidez e casos similares, no entanto o modelo é falido e de qualquer forma vai quebrar.

A previdência é insustentável pois não é um investimento, é um esquema de pirâmide financeira, onde os jovens trabalhadores sustentam os aposentados de hoje e futuramente esperam ser sustentados.

A população está envelhecendo, menos jovens entram no mercado e mais o aposentado vive, aumentando o déficit das contas da previdência. É uma conta que há décadas não fecha.

Poderia ser criado um fundo para contemplar casos de invalidez e pensão por morte e a previdência ser totalmente privada e obviamente não compulsória como é hoje, cada um deve ser responsável pelo seu próprio sustento fazendo um investimento todo mês em uma previdência privada para no futuro, colher com juros compostos, o fruto do seu trabalho.

Como o brasileiro médio tem pouca instrução financeira e as classes mais pobres menos ainda, seria importante que o governo levasse instrução a essas pessoas e dessem a elas a opção de escolher ao invés de obrigá-los a aderir um programa de pirâmide financeira que mais cedo ou mais tarde irá colapsar.

A questão é que num modelo livre o governo não vai ganhar e os sindicatos também não, apenas o cidadão comum, sendo assim é necessário ser mais enfático na luta por um modelo financeiro mais livre e com menos entraves, pois o parasitismo sempre tentará atrapalhar de alguma forma o desenvolvimento econômico de uma população.

Idéias inovadoras que o Estado não gosta

O artigo é destinado ao público Libertário/Anarcocapitalista que constantemente faz a pergunta:

Como acabar com o Estado?

Seria muita pretensão, eu achar  que com o aumento de dificuldade de arrecadação o Estado simplesmente acabasse, mas o fato é, se a queda de arrecadação for constante e cada vez maior, algum enfraquecimento inevitavelmente acontecerá.

Quanto a você que caiu de paraquedas por aqui, sei que deve estar pensando o porque atrapalhar a arrecadação estatal? Ue, simplesmente para que as pessoas fiquem com o que produziram e decidam elas mesmas onde e quando investir seu próprio dinheiro. Entendeu?

Bom, sem mais conversa, as ideias que proponho não são mágicas e algumas exigem certo esforço para serem implementadas, e no final das contas servem como que um exercício que talvez, leve alguns a entenderem que, o que perpetua o Estado, em parte, é o nosso comodismo.

Idéia 1   

Reduza teu consumo de Energia elétrica, os governos estaduais arrecadam fortunas  com os impostos que incidem nas faturas de energia elétrica se você é alguém que dispõe de recurso financeiro, invista em sistemas de geração de energia alternativa e venda a ideia aos seus amigos e familiares, caso você estiver ruim de grana comece simplesmente por economizar.

Idéia 2

Reduza teu consumo de água fornecida pelo sistema de abastecimento tradicional, igualmente a energia elétrica os tributos que incidem nas faturas de água são enormes, construa uma cisterna, reaproveite as águas da chuva e do banho. Considere também a possibilidade de perfurar um poço, claro que sem informar os órgãos reguladores, porém observe a qualidade da água desse poço antes de consumi-la.

Idéia 3

Não compre carro 0km, não preciso nem falar que metade do preço final do carro 0km é imposto, fora aquela burocracia inerente à compra do carro 0km que gera grande renda ao cofre estatal, sendo assim, de preferência para um veículo seminovo de particulares, ajude aquele seu amigo ou parente comprando o carro dele, e mande um foda-se para as montadoras amigas do Estado.

Idéia 4

Aprenda a produzir alguns itens que você costuma consumir com maior intensidade, você gosta de pão, cerveja, queijo, pizza, churros, tapioca, vinho, sonho, cachaça, roupas? comece a produzir artesanalmente, o  mainstream chamará tua iniciativa empreendedora de “fábrica ilegal, produto pirata” e etc. Mas manda vê e continue produzindo, caso você comece a ter um excedente de produção, venda ou presenteie teus amigos e parentes com seus produtos.

Idéia 5

Preste seu serviço de maneira informal, não emita nota fiscal e nem peça, foque na garantia e qualidade e repasse a margem que você ganhou operando desta forma, para a melhoria do atendimento dos teus clientes.

Idéia 6

Só compre novo na loja caso você realmente considerar extremamente necessário. Em sites como a OLX e Mercado Livre, encontra-se  produtos de excelente qualidade, desde celulares, câmeras, computadores, vídeo games e ferramentas. São seminovos que desempenharam suas funções com perfeição por um preço bem menor, e isso atrapalha a vida do governo, já que são vendidos de pessoa para pessoa.

Idéia 7

Use criptomoedas

Idéia 8

Nunca jamais, tenha a atitude de estatizar a caridade, se você se deparar com uma situação  em que alguém precise de um socorro material urgente, faça! caso contrário o estatista usará como argumento justificatório para a arrecadação aquele que não foi socorrido pelos que estão mais próximos.

 

Iguais a essas devem existir milhares de ideias que certamente contribuiriam para o  crescimento de uma sociedade onde as trocas voluntárias e o respeito à propriedade privada fossem a tônica, então eu convido você leitor, que compartilhe suas ideias de liberdade econômica e construa sua própria terra da liberdade.

Enfim, são só ideias, que se praticadas, talvez não acabe com o Estado pela via da quebra de arrecadação, porém para você o Ancapistão começa a existir desde já! e do jeito que eu acredito que deva ser, do individuo para fora! contrastando totalmente com a forma estatista que é, do governo central para os indivíduos.