Bitcoin, a democratização do dinheiro

Estão ficando cada vez mais constantes as conversas que envolvem o bitcoin. Muitos, por não entenderem do que se trata, ficam observando de longe e com muita desconfiança.

O certo é que tal inovação veio para quebrar o atual paradigma do dinheiro. E como toda inovação, demanda tempo, até que as pessoas assimilem os detalhes que envolvem essa tecnologia.

E você, sabe o que é bitcoin, como surgiu e como funciona? pensando em responder a essas e outras dúvidas, Fraternalha sugere o vídeo de Fernando Ulrich economista e especialista em bitcoin.

Para se aprofundar mais no tema baixe aqui o livro Bitcoin-a moeda na era digital do mesmo autor.

Tenha um bom aprendizado!

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A ideologia do senso comum e o crescente interesse pelo debate político

Tendo em vista, o aumento do interesse pelo debate político, cresce a demanda por mais informações que forneça o contraditório como ferramental de apoio, já que, se as pessoas continuarem partindo do mesmo paradigma, o que se tem na verdade, não é um debate, e sim: uma variação do que já existe em se tratando das idéias, fazendo com que, os inclusos em tal contexto, cheguem sempre as mesmas conclusões, apenas com nomenclaturas diferentes.

Partido desta exposição introdutória, o presente artigo tem como objetivo responder o conteúdo de uma publicação feita no Facebook, onde o usuário da referida rede social, representa com perfeição o perfil dos novos debatedores. Pessoas que tem opinião, porém, munidas de uma repertório senso comum, no fim das contas sugerem mais do mesmo.

Para que haja total entendimento do diálogo proposto, confira a referida publicação

 Olha, pessoal… um médico, para estar apto a atender um paciente, precisa, no mínimo, estudar cinco anos, fora residência, especializações e etc.

E não digo isso especificamente desta profissão, mas de todas as outras áreas.
Agora, eu pergunto: por que a maioria dos políticos exerce cargo (não função), sem ter conhecimento administrativo algum, roubam milhões do nosso bolso e não são presos? 🤔
Na minha humilde opinião, político só poderia ocupar ou me representar em cargo público se tivesse um curso em administração, política pública e/ou algo do gênero. Já chega de amadores, que se dizem do povo, mas que se preocupam mais com benefício próprio do que o outro. Pena que caráter não existe ensino que dê jeito, né?!
É uma pena ver o país na situação que está… mas que tenhamos esperança de que esse câncer tenha cura, para o bem de nossos filhos, netos e etc.

Eu, infelizmente, acho que não viverei para ver esse milagre.
Que possamos dialogar sobre e nos utilizar da tecnologia para fiscalizar esses vagabundos engravatados que não me representam!” 

Quanto ao primeiro parágrafo, o autor da publicação expõe sua indignação, sugerindo que um dos problemas é a falta de preparo técnico dos políticos, mas se ele parte desse ponto, fica explícito que não houve uma atenção por parte dele, para o que é a proposta democrática. Nas regras do jogo democrático os vencedores são os que se organizam seja: em uma minoria ou maioria e isso independe de formação acadêmica, a regra é clara a associação se dá por interesses em comum, que se sobrepõe aos interesses de outros grupos já que esses outros grupos demandam outras pautas.

Subsequentemente, ele reforça sua impaciência e denuncia o roubo de milhões sem quaisquer punição, na palavra “MILHÕES” fica entendido que é em referência aos atuais escândalos noticiados aos quatro cantos, no entanto, essa única palavra (milhões) expõe que a existência da atual estrutura estatal bem como a forma com que ela se financia é ponto pacífico para o debatedor, quando se acaso ele tivesse tido o minimo contato com a literatura que questiona tal paradigma, talvez ele sugerisse não se tratar de milhões, mas sim, de trilhões de dinheiro roubado.

A proposta deste inicio de argumento não é a de transformar a pessoa  mainstream em libertária com a leitura de apenas dois parágrafos mas só, de apenas mostrar as opções de ideias que fariam diferença na elaboração de propostas variadas.

No segundo parágrafo a sugestão é no sentido de que uma pessoa munida de uma formação da área administrativa seria uma boa opção de político, aqui se repete a proposta do mito do Estado eficiente, que pelas características da proposta democrática é algo impraticável. Entenda: um administrador tem a função de administrar os recursos escassos os alocando de forma ordenada onde realmente ele provoque os melhores resultados, essa lógica se aplica à propriedade privada onde de posse de todas as informações o administrador atua: movendo com cautela os recursos de um ponto à outro.

Agora confronte essa atuação administrativa  ao arranjo democrático, que não tem no seu escopo de propostas a ideia da escassez dos recursos. No fim das contas, o que acontecerá é que o atual grupo detentor do poder, a ele conferido pela democracia, direcionara grande parte da riqueza de uma população às suas demandas particulares e os desfavorecidos por esse movimento de recursos, atribuirão  a isso o nome de: má administração ou corrupção. Por isso, não! As práticas administrativas de empresas não são aplicáveis na estrutura estatal.

Ainda no segundo parágrafo ele percebe que o apelo populista é golpe quando diz que: “que se dizem do povo” mas o artigo tem a obrigação de esclarecer que isso é um padrão e que ao longo de várias décadas foi utilizado no mundo todo. Quanto a esses populistas que apenas visão o enriquecimento pessoal existem dois tipos: os que praticam a “velha corrupção” e os que usam a corrupção como meio para alavancarem uma proposta política, os segundos sem dúvida são os piores.

Obs.: no trecho anterior o uso da palavra corrupção  foi apenas por convenção já que corrupção pode ser entendida como a forma com que o Estado consegue os recursos que o financia os impostos. Na sequência é exposta uma desesperança, e isso é ruim, e demonstra que para ele, tudo isso é algo imutável  e que é inerente a existência das coisas, isso o afastou tanto da busca por possibilidades humanamente possíveis que ele considera o Estado como algo metafisico já que sugere que só por, milagre! tal realidade de desmando se reverta.

O que é o Estado senão uma tecnologia que a sociedade por conveniência usa? E como qualquer tecnologia fica obsoleta, já é obsoleta! E para provar que o Estado deve ser tratado no campo físico segue uma breve lista do que o compõe: armas, prédios, computadores, funcionários, veículos, máquinas em geral, e etc… Não precisa de nenhum milagre para que esse arranjo mude.

O desfecho foi em tom de protesto, ele diz: “esses vagabundos engravatados que não me representam!”  De fato não, já que nenhum homem terá melhor representante do que ele mesmo. A democracia não oferece a ninguém bons representantes já que cada individuo é um ser único, e para finalizar ele propõe como ferramenta de defesa, a tecnologia, isso concorda com o artigo que também sugere a busca por novas tecnologias como opção as atuais, mas, ao contrário dele que sugere tecnologias para fiscalizar a atual situação o artigo sugere tecnologias que substituam a atual situação.

 

Os males criados pelo financiamento estatal da arte

No âmbito das associações voluntárias se enquadra também a relação entre artistas e fãs.

A expressão de um artista nada mais é que o produto final de tudo que o individuo artista absorveu durante toda vida. Nesse pacote, vai desde seu posicionamento político, sua espiritualidade, sonhos e até os mais íntimos caprichos, tudo isso é direcionado e lapidado até se transformar em um produto final que pode ser: uma peça teatral, um CD,  uma aprestação de voz e violão em um bar ou um filme. Em se tratando de uma relação voluntária, não cabe aí um julgamentos que fuja do âmbito estético da arte. Ex: “Ah, o Marcos curte Samba, Samba é chato!” ou “Ah, que filme ruim!”- Nessas falas, o crítico das artes em questão questionou a estética, que aos “olhos” dele, não é boa, porém, houve respeito a voluntariedade de associação dos que “curtem” tais manifestações, já que tais críticas são meras opiniões que não podem ser entendidas como agressão.

A alocação dos recursos sob orientação dos mecanismos do mercado

O artista percebendo que um certo perfil de pessoas formam sua base de seguidores, muito provavelmente e seria recomendável que ele passasse a investir mais pesadamente nesse seguimento, criando assim, um padrão, uma marca, uma comunicação que é comum a esse público e dessa forma, um norte para o aprimoramento das novas composições, dos novos roteiros, do novo repertório das novas histórias, estaria dado.

Com marca e propostas bem definidas o artista se comunicará de forma efetiva, sendo assim, o indivíduo terá clareza de estar se associando a uma proposta artística que seja alinhada a sua “verdade pessoal”, daí, podemos concluir que: de fato se trata de uma associação totalmente voluntária entre fã e artista.

Crítica econômica aos “incentivos” estatais à arte

 “leis de incentivo

Devido a origem dos recursos provenientes dos impostos, pessoas não consumidoras de uma arte em especifico, passam a financiar um artista que elas nem fazem ideia que exista, isso retira desse pagador de imposto, a possibilidade de consumir a arte de sua preferência, por outro lado, esse artista favorecido por tal incentivo estatal, perde a referência de quem é o consumidor da sua arte, isso impactará em todas as decisões durante o processo de produção, trazendo como possíveis consequências: repertório ruim, fotos feias e histórias sem liga afinal, sem a clara noção de quem é o público não se tem um norte/alvo.

No contexto exposto no parágrafo anterior, fica demonstrado como se dá uma relação não voluntária entre artista e consumidor de arte e como esse tipo de associação pode ser prejudicial para ambas as partes.

Os parabéns deve ser dado aos artistas que no dia a dia se esforçam para entregar mais e melhor aos seus fãs, ou para atingirem novos consumidores fazem uso de táticas pacíficas seja: divulgando ou produzindo melhor. Aos artistas que de forma tentam impor sua arte, cabe uma reflexão: Vale apena dedicar a vida a uma arte que as pessoas são obrigadas a consumir?

É de se temer e é também uma constatação, que alguns que se julgam os guardiões da boa arte, não vejam problema de transforma-la em “direito” dos sem arte.

A participação libertária na política é um erro estratégico!

Quais seriam os movimentos de um libertário dentro da estrutura estatal? A sabotagem o desvio, o discurso anti-Estado nas câmaras legislativas? Essas ações podem ser encaradas como um grande erro estratégico, com algumas consequências bem previsíveis. Leia os próximos parágrafos e entenda o argumento.

Este artigo se originou de um questionamento feito aqui onde é colocada uma situação onde, voluntariamente, um individuo libertário dá o “aceite” nas regras do Estado, para  participar do jogo democrático. Dessa situação nasce algumas perguntas que talvez gere um debate interminável, e até desagregador mas, diante da observação de que essas questões são pertinentes ao movimento, segue abaixo algumas perguntas bem como suas respectivas respostas em branco e não definitivas.

  1. Ao dar o aceite, não estaria o libertário condicionado à ser cobrado futuramente, tendo como base: o argumento de ter aceito VOLUNTARIAMENTE os termos de um contrato?
  2. Ao ignorar os termos do contrato, sob a justificativa de que a outra parte, o Estado, não tem legitimidade: como seriam realizadas as atividades de destruição do Estado, “por dentro” colocada nos termos do primeiro paragrafo deste artigo? considere para essa questão os seguintes itens:

a) Ao partir para a sabotagem, desvio e discurso anti-Estado, O que isso comunicaria as pessoas que ainda estão sob a sombra do senso comum? Talvez  as manchetes seriam: “JOÃO LIBERTÁRYUS FOI CONDENADO POR LAVAGEM DE DINHEIRO E CORRUPÇÃO PASSIVA”

b) Agir para melhorar a eficiência estatal com o objetivo de que ela demande menos impostos. É possível imaginar as pessoas (senso comum) dizendo: “Agora sim, esse governo é bom!”

Enfim, não há como negar que a participação libertária na estrutura estatal em algum momento gerará alguma contradição. Talvez o momento seja de se investir na propagação das ideias da liberdade já que, essa ainda hoje, em 2017, é novidade para grande parte dos brasileiros.

Conforme o exposto nas linhas anteriores fica evidente o erro estratégico que é essa participação libertária na estrutura estatal, aos olhos dos possíveis eleitores esse libertário será enquadrado como sendo simplesmente: O Político! E todo ideário senso comum atribuirá aos “erros” desse político o nome de corrupção, não bela e imoral.

Não há como vestir a camisa do adversário sob a justificativa de que faz isso para ajudar seu time de origem, e fazendo gol contra, não esperar ser punido pela atual torcida.

O legado da crise hídrica

Durante o auge da crise hídrica vivida por grande parte da população do Estado de São Paulo três jovens estudantes de engenharia do Alto Tietê (ALBERTO HIDEKI OIKAWA, ANDERSON DA CRUZ GALVÃO e JEFFERSON ANTONIO DE PÁDUA) aceitaram o desafio de: Através de uma pesquisa, desenvolverem um sistema de captação e tratamento de água de chuva, que fosse economicamente viável e que servisse também, como ferramenta de conscientização do grande potencial pluvial contido em cada residência.

Tal iniciativa vem para confirmar, que mesmo diante das soluções de grande porte sugeridas pelo poder estatal, a inovação, o desejo de criar e encontrar alternativas mais simples e descentralizadas é algo tatuado no coração de muitos indivíduos e isso deve ser reconhecido e incentivado.

Alguns poderão dizer, que o projeto não é inovador por se tratar de uma obviedade que consiste em: Captar e armazenar a água que nos é fornecida de graça pela chuva. Se este questionamento for feito, um dos objetivos do projeto foi cumprido com total sucesso: O objetivo de nos fazer entender, que já que se trata de uma obviedade, por que não fazemos no dia a dia?

A pesquisa deu origem a um artigo que pode ser conferido aqui. Confira também no link abaixo em slides, parte do projeto contendo: dados técnicos e fotos do protótipo, bem como alguns resultados e conclusões.

Tecnologia para reutilizacao da agua da chuva

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A negação da política é uma péssima idéia

Os libertários mais radicais, os anarcocapitalistas, condenam a política com veemência, negam a “coisa pública” e condenam os atos a respeito do seu controle.

Negar a política em prol de um ideal é um grande erro, é anti-estratégico, a romantização da ideia da não existência do Estado os deixa de mãos atadas. O argumento mais comum é de que não devem meter-se com política pois é imoral associar-se com o maior dos males, segundo eles, o Estado.

Enquanto há o ideal da não existência do Estado, há a realidade, e é através dela que as coisas funcionam. Rothbard mesmo menciona na Anatomia do Estado que na política há apenas grupos de pressão e se não nos envolvermos haverá justamente o envolvimento apenas daqueles a qual combatemos, os socialistas e seus similares impondo suas regras de cima para baixo para que toda a sociedade as obedeça.

O Estado é invencível. Ou podemos sonhar com sua destruição ou podemos nos envolver ao aparato estatal e direcioná-lo para sua diminuição visando mais liberdade na vida de todo o cidadão brasileiro.

Devemos comemorar o dia do trabalho?

Trabalhador moderno

Atualmente o Brasil conta com quase 14 milhões de desempregados, apesar do choro dos sindicalistas com a tal “greve geral” o trabalhador brasileiro não perdeu seus “direitos”. O brasileiro continua com INSS, FGTS, décimo terceiro, seguro-desemprego e férias. A CLT continua praticamente inalterada, tudo regulamentado pelo Pai Estado.

Uma pena.

O Brasil é um dos países mais paternalistas do mundo, é o lugar onde mais existe processos contra o empregador, mais de três milhões. A Justiça do Trabalho quase sempre decide em favor do empregado, mesmo quando este não tem qualquer razão.

Lugares com mercado próspero como os EUA ou a Grã Bretanha não possuem CLT e os salários são muito mais altos do que no Brasil.

Por alterações mínimas nas leis trabalhistas sindicalistas da CUT e seus pares queimaram barricadas, espancaram trabalhadores que não aderiram à greve, fecharam avenidas e foram às ruas como terroristas deixando a população atemorizada.

Os trabalhadores do país não aderiram à greve, eles foram impedidos de trabalhar.

Há excesso de paternalismo no México e os mexicanos acabam fugindo da pobreza e indo trabalhar nos EUA. Os socialistas não conseguem explicar o porquê.

O grande número de desempregados no país é culpa do excesso de intervenção do Estado nas relação de trabalho. O empregador tem medo de arriscar a contratar e sair no prejuízo com processos, mesmo após gastar pagando todas os encargos em dia.

O FGTS rende menos do que a inflação. Seria melhor que o funcionário ficasse com o dinheiro para si e escolhesse onde investir, podendo retirar o dinheiro no momento em que quiser.

O INSS é um esquema de pirâmide. Se trabalha hoje para sustentar os atuais aposentados esperando o mesmo no futuro. O trabalhador nunca vai receber a quantia que investiu de volta.

O décimo terceiro é só a divisão do salário anual, em 13 vezes ao invés de 12. Na prática você empresta um salário por um ano sem receber os juros.

Todos esses encargos diminuem o salário do empregado, pois o empresário precisa pagá-los ao governo ao invés de pagá-los ao trabalhador. Isso não muda o fato de que o funcionário vale o que a empresa gasta com ele.

Estamos há uma distância gigantesca das grande potências, estamos com uma legislação totalmente arcaica regendo as normas de trabalho ao invés de permitir uma relação direta entre patrão e empregado. Enquanto as pessoas mais atrasadas estiverem no poder e a economia for subordinada à política como é hoje, precisaremos nos contentar com um número grande de desempregados e estarmos sempre atrás das potencias mundiais.

Hoje é dia de relembrarmos Ayrton Senna

Ayrton Senna

Hoje é primeiro de maio, aniversário do falecimento de uma das maiores lendas do automobilismo de todos os tempos, Ayrton Senna.

É quase impossível não ser um grande fã do Ayrton, ele é uma grande inspiração para todos, por seu jeito absolutamente competitivo e dedicado ao que fazia, soube levar autoestima ao povo brasileiro sempre tão guerreiro nas batalhas e na busca pela vitória acima de qualquer coisa.

Senna é uma lenda porque ele fazia o que a maioria não consegue, colocava a busca pela vitória acima de qualquer coisa, foi um guerreiro incansável, tanto que chegou a ao tricampeonato mundial de Fórmula 1 em 1988, 1990 e 1991.

Ayrton tinha seus defeitos como qualquer ser humano, mas, era um homem correto, generoso, batalhador, temente a Deus e acima de tudo, um vencedor.

Ayrton Senna, onde quer que esteja, o mundo sente uma saudade enorme de você. Sua figura, de presença forte e vitoriosa, continua a inspirar a todos.

Nunca confie demais em médicos

Erro médico

A medicina é uma arte, é um dom divino, é um dos mais nobres ofícios a qual o homem pode se dedicar. No entanto, salvar vidas dá um poder imenso ao médico e isso — em se tratando do ser humano — é algo muito perigoso.

Diversos médicos, em função da importância de suas profissões, acabam por possuir um ego extremamente inflado e isso, em determinadas situações pode comprometer o diagnóstico de um paciente e levá-lo a óbito, como insistir num erro para não admitir que falhou.

Nosso corpo dá sinais claros quando algo não está bem, cada pessoa deveria conhecer seu corpo mais do que ninguém, buscar conhecimento razoável para tal, cuidar da saúde, questionar seu médico e ir atrás de informação. Assim como fazemos com nossos automóveis, computadores ou demais equipamentos, em se tratando de manutenção.

Na televisão é repetido como um mantra para não tomar medicação por conta própria. Isso é uma bobagem. Se você souber o que está fazendo, conhece a causa e efeito do seu ato, faça-o. É melhor do que gastar dinheiro ou ficar horas esperando numa fila para o médico lhe dizer para tomar dipirona.

É muito comum ouvir de pacientes que quando tentaram obter mais informações de um médico ou sugerir algo sobre o seu próprio problema, ouvirem dos mesmos: “O médico aqui sou eu. Sou formado nisso e naquilo…”, é aquela cultura brasileira de idolatrar diploma. Não caia nessa. Os médicos erram e erram muito.

Há um estudo que diz que erros médicos matam duas pessoas a cada três minutos no Brasil. Há um sem número de casos assim na justiça buscando indenização por mortes causadas por falhas médicas.

Segundo uma reportagem da Folha, só em 2016 são 351 casos na justiça e em 2015, 474. Outro estudo publicado no UOL diz que a maior causa de mortes no Brasil são erros médicos totalmente evitáveis.

É óbvio que há excelentes médicos no mercado, que não se consideram semideuses e que fazem uma diferença enorme na vida do paciente. Mas em se tratando de saúde, é sempre bom desconfiar e buscar uma segunda opção caso haja alguma desconfiança. É a sua vida que está em jogo.

O socialismo dá certo sim! Mantém o pobre na pobreza e distribui inflação jurando que é renda

Durante sua campanha, o socialista promete céus e literalmente terras, um discurso meloso e maldoso, já que, através do marketing previamente feito, ele sabe que o povo quer mudar de vida, mas por cegueira ideológica ele ajusta a real demanda, que é o desejo de melhorar materialmente para o que ele acredita ser o melhor: A  necessidade de ser igual, isso mesmo, ele diz saber o que é o melhor para pessoas que ele nem faz ideia de quem são.

Basicamente um inimigo é apontado, e com dedo em riste ele ataca o tal burguês e a classe média numa subjetividade tosca já que, um simples homem do dia a dia pode enxergar no teu vizinho que possui dois carros o tal burguês e o que possui dois carros enxergar o mesmo no que possui três e assim por diante.

Pura inocência acreditar que um homem que ataca a prosperidade material de alguns, possa oferecer meios para que alguém tenha acesso a bens e serviços em abundância, porque no exato momento em que a pessoa passa a ter acesso a tais itens, ela passará a compor o grupo dos indicados como inimigos do povo, O tal Burguês

A crítica que faço aqui, não é ao socialismo que propõe a abolição total da propriedade privada e a coletivização dos meios de produção já que esse é comprovadamente inviável mas aí alguns podem dizer: “Ah, então o que você ataca não é o socialismo” como se este na impossibilidade de ser implantado na tua forma original não tivesse se renovado e adquirido outras formas.

Então o que propõe o socialista atualmente? Ele diz propor a distribuição de renda através de politicas estatais, mas ora, distribuir qual renda? já que a propriedade privada e a liberdade de empreender estão sob constantes ataques, iniciados exatamente por ele. Até quando ele vai negar que somente através dessas duas o pobre consegue acumular algum capital e enfim, por ele mesmo, alcançar o desejado conforto material? No fundo eu acho que ele sabe que suas ideias são contraditórias e o que se busca é somente o poder pelo poder.

Aí o sujeito chega ao poder e se depara com a seguinte realidade: Não existe o suficiente para que se atenda as demandas de todos que acreditaram nele, e como haveria de ter, já que a riqueza foi apontada anteriormente como vilã? E agora, qual riqueza distribuir? E ele no desespero de se manter na crista da onda populista, adota o keynesianismo e imprimindo dinheiro, eufórico feito um menino ele vai distribuindo a moeda falsa dizendo ser a tal distribuição de renda.

Infelizmente é isso, Os ataques à propriedade privada e ao acúmulo de capital levam ao Populismo, que leva ao Keynesianismo que leva ao Desenvolvimentismo que por fim leva ao agigantamento estatal que mantém as pessoas exatamente onde elas estão.