O Espetacular A380 chega ao Brasil

 

Ontem 26/03 Pousou em sua primeira viagem comercial ao Brasil, a Incrível máquina voadora Air bus A380 da empresa Emirates.

A partir desta data o A380 fará um voo diário entre Dubai e Guarulhos.

O evento organizado por alguns grupos no facebook reuniu aproximadamente 500 pessoas no morrinho em Guarulhos.
Entre aplausos, lágrimas e gritos as pessoas que lá estavam puderam conferir de perto toda a imponência, beleza e detalhes do Avião.
Confira algumas fotos.

O estrago vai muito além da carne!

Além da carne estragada tem também o estrago econômico provocado por essa política chamada de nacional desenvolvimentismo onde empresas já ricas como por exemplo o grupo JBS, recebem uma espécie de bolsa na forma de empréstimos subsidiados

A justificativa para se conceder tais “incentivos” é a justificativa base do nacional desenvolvimentismo: “Por se tratar de um setor que consideramos estratégico, fomentaremos seu fortalecimento!”.

Mas afinal, que mal existiu em o governo federal financiar o grupo JBS?
O grupo JBS pegou empréstimos gigantescos a uma taxa de juros de 2,5% em um cenário onde a desvalorização do real era por volta de 6% devido a inflação ou seja: No ato da aquisição dos empréstimos já estava explícito que o montante a ser devolvido seria menor que o montante adquirido.

A coisa fica ainda pior quando entendemos o percurso do dinheiro, vejamos: A empresa se dirige ao BNDES que por sua vez é abastecido, em parte, pelo tesouro nacional, este último por sua vez, não opera através de uma prévia poupança. Grande parte dos recursos do tesouro nacional é adquirido através da venda de títulos, que nada mais são que, empréstimos que empresas e pessoas fazem ao governo, e isso foi intensificado nos últimos anos. É fato publico e notório a intensificação de propagandas do tesouro direto, com o objetivo de levantar fundos para tal politica econômica, e isso você pode facilmente constatar sem muito esforço.

O tesouro direto

O tesouro direto oferece aproximadamente 14% a quem lhe empresta, então, como pode ser viável esse mesmo tesouro através do BNDES emprestar a 2,5%?

Como que no tempo combinado o tesouro conseguirá devolver a quantia combinada, já que emprestou com taxas menores que as taxas que tomou seus empréstimos?
Para quem tem o poder de imprimir dinheiro isso não é um problema, isso mesmo, a diferença é compensada com impressão de moeda! uma das piores atitudes que um governo pode tomar, já que isso, necessariamente, impõe os custos da operação à população. Sim!   É assim que o governo cria a inflação: Imprimindo moeda para pagar as dívidas criadas por ele.

Algumas pessoas não fazem uma correlação entre o escândalo da carne e as reformas da previdência e a trabalhista e sugerem que: tudo isso é fumaça, para que o tema das reformas caiam no esquecimento, mas não, tudo está totalmente interligado. E digo mais: o desenvolvimentismo é um tema não muito abordado porém, como politica econômica, deveria ser extirpado antes mesmo de se fazer qualquer outra reforma.

Porque o INSS nem deveria existir!

Apesar de não compartilhar da mesma posição de contrariedade à reforma da previdência, também não me coloco a favor. Porque ao optar em ser favorável, eu, igualmente aos que são contra, estaria legitimando a interferência estatal em algo muito importante para qualquer pessoa: A segurança financeira na velhice! Sendo assim, hoje tenho a posição firme de que nenhum sistema previdenciário estatal ao menos devesse existir!

Os argumentos que inclusive me convenceram, não vem dessa brincadeira do “nós contra eles” típico das disputas políticas e algumas pessoas podem insinuar que sou um anti-povo elitista. E para provar que não, os argumentos a seguir tem como base autores como: F.A. Hayek, Frédéric Bastiat, Murray N. Rothbard e Ludwig von Mises críticos ferozes do espólio praticado contra indivíduos por parte de governos.

Antes, não podemos deixar de denunciar a injustiça que seria para os que já teve seu dinheiro confiscado pelo INSS, e na esperança de um dia receberem algo de volta, são surpreendidos por uma regra que no meio do jogo muda! e muitos desses por desespero acabam pedindo por mais controle estatal em suas vidas, sem se atentarem, para o fato,  de que isso é condenar os que nem entraram no mercado de trabalho, ao mesmo destino de instabilidades e incertezas.

O primeiro argumento contra a previdência estatal nasce da  imoralidade do sistema, que se financia com dinheiro tirado das pessoas de forma coercitiva, isso é contra a lei portanto é crime! E isso bastaria para dar fim ao debate.

Por acaso, algum de nós conseguiria obrigar alguém a depositar uma quantia mensal em nossas contas, sob o pretexto de saber administrar melhor o recurso que o próprio dono, sem sofrer algum tipo de resistência ou punição?

Só se consegue tal coisa se você possuir o monopólio da força, somado com certa flexibilidade moral da população, que faz com que: Em alguns casos elas aceitem o roubo da propriedade de terceiros ou a propriedade delas mesmas em nome de uma causa “nobre”. Como se ao destinar um recurso de origem imoral à essa tal causa nobre, justificasse o motivo da violência original para se obter os recursos.

Em relação a pessoa reivindicar a previdência estatal como um direito, seria aceitável acaso dependesse apenas da iniciativa pessoal dela, em depositar o recurso no cofre do governo. Porém, não é assim que acontece e pessoas que não concordam em financiar o sustento de desconhecidos, acabam por ordens de políticos sendo obrigadas à arcar com os custos, do tal direito à aposentadoria estatal de terceiros.

Portanto, por mais que se propagandeie os supostos benefícios da previdência estatal, a sua legitimação é imoral! já que o recurso é produto de coerção. Alguns, mesmo depois de saberem da imoralidade do sistema, talvez apelem para um argumento utilitário: onde abandona-se o que é o certo e o errado e apoia-se o que compensa ou não.

Como saber se a aposentadoria estatal é a melhor opção, já que não existem concorrentes que possam fazer frente ao serviço imposto pelo Estado? Numa ponta o INSS suga grande parte das rendas das pessoas e na outra ponta, o Estado dificulta o fortalecimento de seguros privados com regulações e altos impostos, tal estratégia não deixa dúvidas de que se trata de uma opção pelo monopólio, sem se importar  que isso prejudique as pessoas.

Em meio à toda essa discussão, deve-se separar os que conscientemente apoiam o esquema perverso praticado pelo Estado, dos que clamam pelo Estado sem saberem que:

Sem o Estado no mercado Previdenciário, surgiria um novo “problema” O excesso de outras opções!

 

 

O maior esquema de pirâmide do Brasil

Sick Old Man

Está em acalorada discussão no país a chamada reforma da previdência. A discussão no seio político e nas redes sociais dividiu as pessoas em dois grupos, os favoráveis à reforma e os contrários a ela. Contrário ou não à reforma, o fato é que o INSS deveria ser extinto.

A questão é complexa pois envolve fatores sociais e humanos como pensão por morte, pensão por invalidez e casos similares, no entanto o modelo é falido e de qualquer forma vai quebrar.

A previdência é insustentável pois não é um investimento, é um esquema de pirâmide financeira, onde os jovens trabalhadores sustentam os aposentados de hoje e futuramente esperam ser sustentados.

A população está envelhecendo, menos jovens entram no mercado e mais o aposentado vive, aumentando o déficit das contas da previdência. É uma conta que há décadas não fecha.

Poderia ser criado um fundo para contemplar casos de invalidez e pensão por morte e a previdência ser totalmente privada e obviamente não compulsória como é hoje, cada um deve ser responsável pelo seu próprio sustento fazendo um investimento todo mês em uma previdência privada para no futuro, colher com juros compostos, o fruto do seu trabalho.

Como o brasileiro médio tem pouca instrução financeira e as classes mais pobres menos ainda, seria importante que o governo levasse instrução a essas pessoas e dessem a elas a opção de escolher ao invés de obrigá-los a aderir um programa de pirâmide financeira que mais cedo ou mais tarde irá colapsar.

A questão é que num modelo livre o governo não vai ganhar e os sindicatos também não, apenas o cidadão comum, sendo assim é necessário ser mais enfático na luta por um modelo financeiro mais livre e com menos entraves, pois o parasitismo sempre tentará atrapalhar de alguma forma o desenvolvimento econômico de uma população.

Idéias inovadoras que o Estado não gosta

O artigo é destinado ao público Libertário/Anarcocapitalista que constantemente faz a pergunta:

Como acabar com o Estado?

Seria muita pretensão, eu achar  que com o aumento de dificuldade de arrecadação o Estado simplesmente acabasse, mas o fato é, se a queda de arrecadação for constante e cada vez maior, algum enfraquecimento inevitavelmente acontecerá.

Quanto a você que caiu de paraquedas por aqui, sei que deve estar pensando o porque atrapalhar a arrecadação estatal? Ue, simplesmente para que as pessoas fiquem com o que produziram e decidam elas mesmas onde e quando investir seu próprio dinheiro. Entendeu?

Bom, sem mais conversa, as ideias que proponho não são mágicas e algumas exigem certo esforço para serem implementadas, e no final das contas servem como que um exercício que talvez, leve alguns a entenderem que, o que perpetua o Estado, em parte, é o nosso comodismo.

Idéia 1   

Reduza teu consumo de Energia elétrica, os governos estaduais arrecadam fortunas  com os impostos que incidem nas faturas de energia elétrica se você é alguém que dispõe de recurso financeiro, invista em sistemas de geração de energia alternativa e venda a ideia aos seus amigos e familiares, caso você estiver ruim de grana comece simplesmente por economizar.

Idéia 2

Reduza teu consumo de água fornecida pelo sistema de abastecimento tradicional, igualmente a energia elétrica os tributos que incidem nas faturas de água são enormes, construa uma cisterna, reaproveite as águas da chuva e do banho. Considere também a possibilidade de perfurar um poço, claro que sem informar os órgãos reguladores, porém observe a qualidade da água desse poço antes de consumi-la.

Idéia 3

Não compre carro 0km, não preciso nem falar que metade do preço final do carro 0km é imposto, fora aquela burocracia inerente à compra do carro 0km que gera grande renda ao cofre estatal, sendo assim, de preferência para um veículo seminovo de particulares, ajude aquele seu amigo ou parente comprando o carro dele, e mande um foda-se para as montadoras amigas do Estado.

Idéia 4

Aprenda a produzir alguns itens que você costuma consumir com maior intensidade, você gosta de pão, cerveja, queijo, pizza, churros, tapioca, vinho, sonho, cachaça, roupas? comece a produzir artesanalmente, o  mainstream chamará tua iniciativa empreendedora de “fábrica ilegal, produto pirata” e etc. Mas manda vê e continue produzindo, caso você comece a ter um excedente de produção, venda ou presenteie teus amigos e parentes com seus produtos.

Idéia 5

Preste seu serviço de maneira informal, não emita nota fiscal e nem peça, foque na garantia e qualidade e repasse a margem que você ganhou operando desta forma, para a melhoria do atendimento dos teus clientes.

Idéia 6

Só compre novo na loja caso você realmente considerar extremamente necessário. Em sites como a OLX e Mercado Livre, encontra-se  produtos de excelente qualidade, desde celulares, câmeras, computadores, vídeo games e ferramentas. São seminovos que desempenharam suas funções com perfeição por um preço bem menor, e isso atrapalha a vida do governo, já que são vendidos de pessoa para pessoa.

Idéia 7

Use criptomoedas

Idéia 8

Nunca jamais, tenha a atitude de estatizar a caridade, se você se deparar com uma situação  em que alguém precise de um socorro material urgente, faça! caso contrário o estatista usará como argumento justificatório para a arrecadação aquele que não foi socorrido pelos que estão mais próximos.

 

Iguais a essas devem existir milhares de ideias que certamente contribuiriam para o  crescimento de uma sociedade onde as trocas voluntárias e o respeito à propriedade privada fossem a tônica, então eu convido você leitor, que compartilhe suas ideias de liberdade econômica e construa sua própria terra da liberdade.

Enfim, são só ideias, que se praticadas, talvez não acabe com o Estado pela via da quebra de arrecadação, porém para você o Ancapistão começa a existir desde já! e do jeito que eu acredito que deva ser, do individuo para fora! contrastando totalmente com a forma estatista que é, do governo central para os indivíduos.

 

 

 

O Corporativismo do Sistema Bancário Sufoca os mais Pobres

 

 

É muito comum ouvir reclamações dos abusos cometidos pelos Bancos. Situações de mau atendimento, juros abusivos, cobranças indevidas e etc. Em algumas situações as pessoas atribui ao capitalismo, a culpa por tais problemas.

Será que o capitalismo é de fato culpado pelos abusos cometidos pelos Bancos? Os Bancos realmente representam o capitalismo? Já que o livre mercado favorece as grandes elites, porque os Bancos não financiam ações que promovam o livre mercado?

Para tentar responder a esses questionamentos é importante definirmos ao menos de forma prática porém honesta o termo capitalismo, lembrando que o termo tem tom pejorativo mas já que, é o que a maioria conhece, que seja ele mesmo. Vamos lá.

Capitalismo

Trocas voluntárias de bens e serviços previamente acumulados, praticadas em um ambiente de livre mercado. No caso dos serviços entendesse acúmulo de conhecimento em alguma atividade, como o capital Ex: se alguém se propõe a  ensinar uma língua a alguém, para isto, basta o acúmulo prévio desse saber por parte do professor.

E então, os Bancos se enquadram na definição de capitalismo ou o que se ataca é somente um espantalho? Partindo para a desmistificação propriamente dita não caberá a você que lê este artigo continuar acreditando nessas falacias que em alguns casos surgem com o proposito de perpetuar o poder de alguns, em quanto outros morrem de fome.

Qual o produto oferecido pelos Bancos? O dinheiro. Numa lógica capitalista um Banco só poderia oferecer um produto que fosse previamente acumulado, e aqui o primeiro desalinhamento com o capitalismo fica evidente, quando na verdade eles operam com reservas fracionárias, ou seja, sem grande parte do estoque que se supõe ter, mesmo que maléfico para as pessoas não me aprofundarei no tema das reservas fracionárias, mas para fins de ilustração imagine um vendedor de carros de vende o mesmo carro para três clientes diferentes. Imaginou?  Claro que esse modo de operar só é possível graças a intervenção estatal. Quanto a existir trocas voluntárias em um ambiente bancário, não “ecxiste”! já que toda a estrutura se trata de um grande monopólio, sendo assim só haveria como medir algum tipo de voluntariedade caso houvesse, de fato, uma livre concorrência, onde vários agentes oferecessem seus serviços e mesmo assim as pessoas optassem em usar o sistema bancário estatal.

Que fique claro que quando digo Banco estatal, me refiro a qualquer Banco. E por fim, lembre-se que mais capitalista que um Banco é aquele teu amigo ou parente que de forma voluntária te emprestou uma grana  previamente acumulada, por ele ter se privando de usa-la no passado e ainda por cima de tudo assumindo o risco de não receber.

Bolsonaro é o cara certo para a presidência da república?

Bolsonaro

Jair Bolsonaro atua há décadas como parlamentar no Congresso, recebendo assim um gordo salário. As realizações do deputado são poucas frente às expectativas em torno de seu nome como um possível candidato à presidência do Brasil para representar o crescente movimento conservador brasileiro num país à mercê do comunismo e da social-democracia.

Mesmo para os mais ferrenhos críticos do Estado é impossível ignorar a influência desta instituição e é necessário a participação política, caso contrário ela será exercida por totalitários e o resultado dessa omissão é bastante conhecida. Para quem almeja a redução do Estado, direito à defesa e mais responsabilidade, ele parece ser o único disposto a concorrer à presidência.

É necessário entender um pouco o contexto sobre suas poucas realizações. Bolsonaro deixou de ser extremista, como era em 1999 por exemplo, quando, numa entrevista declarou que fecharia o congresso, passou a ter consciência da importância das privatizações e do livre mercado, é extremamente popular entre o povo conservador e bastante impopular entre políticos. Ele é carismático, bem humorado, humilde e receptivo. No entanto, ser impopular entre os políticos não é exatamente um bom sinal. Na recente votação para a presidência da câmara, recebeu apenas quatro votos. Para que haja progresso é necessário poder e Bolsonaro não é atualmente muito poderoso. Fica difícil assim, passar projetos na câmara mesmo que eles sejam de extrema utilidade para o país como são alguns de seus projetos.

Parte da impopularidade do deputado se dá pelas suas declarações polêmicas e muitas, de gosto duvidoso, no entanto, se dá ainda mais pela distorção dos veículos de comunicação e pela tentativa de assassinato de reputação que é bastante comum no jornalismo de péssima qualidade que temos no Brasil, como a Folha de S. Paulo. Aliás, um dos motivos pela qual as redes sociais e os veículos alternativos ganharam tanta força no mundo todo.

Eduardo Cunha é um exemplo de um deputado impopular e que, outrora, foi bastante poderoso e deixou como legado o impeachment de Dilma Rousseff e a votação sobre a redução da maioridade penal. Conseguiu em menos tempo mais realizações do que o deputado Jair Bolsonaro.

No entanto, para concentrar poder na política brasileira parece ser necessário sujar as mãos como fez Cunha e esse não é exatamente o estilo do político conservador mais popular nas redes sociais.

Talvez a melhor forma de Bolsonaro adquirir poder é ganhar visibilidade através de uma eleição para um cargo do executivo e vencê-la ou ficar muito bem posicionado, só assim seria possível contribuir para as pautas tão necessárias para este país como a redução (ou extinção) da maioridade penal, a redução do Estado brasileiro, o fomento ao empreendedorismo, a redução da burocracia, a luta contra o aborto, enfim, há um longo caminho pela frente.

Zap-zap. Uma bobagem conservadora de uma direita delirante

Alguns querem o socialismo, mas outros gostam de liberdade.

De posse dessas informações, a FUMMO (Faculdades Unidas de Marketing Marxista Onisciente), reuniu seus melhores membros com o propósito de elaborarem uma estratégia que, argumenta em favor da proposta socialista com os que, eventualmente, estivessem em dúvida em relação a ser de fato vantajosa, a ideia de liberdade.

Após alguns dias de análises, estudos e profundas reflexões, a resposta não poderia ser outra senão essa, onde a real demanda da sociedade se fizesse contemplada numa frase:
Socialismo e Liberdade (PSOL).

Na fase de testes do projeto os membros da FUMMO tiveram forte penetração nos meios dos adeptos da liberdade e chegaram a conclusão de que, seria necessário um pouco mais de força para se fazerem entendidos. Foi aí que acrescentaram ao projeto o FODE (fode) que tem a função de informar que Socialismo é melhor e pronto, e que Liberdade é uma bobagem conservadora de uma direita delirante.

Atualmente o projeto PSOL encontra-se paralisado por falta de verba. A FUMMO teve dificuldades para entrar nos editais que “sugerem” que os adeptos da liberdade financiem a ideia.

Não contente com a negativa de financiamento, a FUMMO, entrou com uma ação na CUDP (central única da população), onde está pleiteando, democraticamente, que seja obrigatório o financiamento do projeto PSOL pelos apologistas das pautas elitistas de liberdade.

Questionado sobre a legitimidade da acão, um membro da FUMMO respondeu que: “Se algum adepto da liberdade sentir-se ofendido que vá tomar na RABO (Resistência Armada Brasileira Onipresente), as devidas informações sobre o conteúdo do processo”. E ainda acrescentou dizendo: “Esse negócio de Zap-zap, além de representar o domínio do capital ao proletariado é uma bobagem conservadora de uma direita delirante – reafirmando o posicionamento oficial da FUMMO.

“A liberdade individual é inconciliável com a supremacia de um objetivo único ao qual a sociedade inteira tenha de ser subordinada de uma forma completa e permanente”

-Friedrich Hayek

 

A Esquerda e o Controle da Informação

O termo, democratização das mídias e dos meios de comunicação, não passa de uma enganação por parte das esquerdas, com o objetivo de obter aval da população para suas propostdemocratizar-midiaas autoritárias de controle da informação. A palavra democratização tem a função de “argumento coringa” já que para o senso comum se refere a um valor que deve ser cultivado e preservado, afinal, quem de boa índole pode ser contra a democracia? E, é nesse ponto que eles apostam no

seguinte: “Se dissermos que é democrático OK!” Eis a armadilha! Claro que isso só faz sentido e fica mais claro para quem entende democracia como algo a ser combatido e não preservado. Para que você tenha base para contrapor sua posição de apoio a democracia sugiro a leitura de A LEI de Frédéric Bastiat.

A proposta que mais serve à população sem dúvida é a de, liberdade de expressão, e essa “nunca antes na história desse país” esteve tão disponível e ao mesmo tempo tão ameaçada, principalmente pelos que clamam por democratização. Exemplos do desejo de controle não faltam: Veja o vídeo em (2:40)

Este outro:

Neste o Rovai ao menos reconhece que sim, existe um espaço alternativo mas como bom esquerdista na sequência se refere a alguém como “ELES” no mesmo sentido em que no Filme -A Vila- os personagens usam constantemente a expressão: “Aqueles de quem não falamos” ou seja, uma abstração!

Aqui, por incrível que pareça, Paulo Henrique Amorim faz o diagnostico perfeito no sentido em que denuncia a Globo que através de seu poder de lobby pressiona para que a sociedade não tenha acesso a serviços alternativos, porém logo na sequência estraga tudo sugerindo que a banda larga não promove conteúdo alternativo e segue: democracia, democratização, democrático…

O que tem em comum em todas a exposições de ideias dessas pessoas? Todas elas foram feitas em canais alternativos de forma totalmente descentralizada, não pode existir maior prova de auto refutação que essa! Ou acaso o numero de 247.461.510  de linhas ativas de celulares não significam nada? O que quero dizer? a possibilidade de exposição de ideias já é de fácil acesso, e minha suspeita, é que na verdade seja isso que incomoda essa gente. O que não se ouve nos argumentos deles é que, quem possui de fato o controle é o estado, afinal, toda TV aberta opera em regime de concessão, nesse caso, porque não sugerir a desregulamentação do setor permitindo assim maior concorrência no real livre mercado?

Já que a possibilidade de se expressar livremente é algo de fácil acesso, o que eles querem afinal? ter o monopólio do conteúdo, já que após o inicio da queda do monopólio da informação o que se viu surgir, foi uma serie de conteúdos não alinhados com a pautas progressistas e de certa forma bem liberais, fazendo um contraponto com o que eles defendem: o controle central das coisas.

Para ilustrar se é compatível ou não possuir uma mídia controlada, analise o perfil  dos lugares onde isso acontece. Coreia do Norte, Cuba, Venezuela, lá a informação é democrática. E qual o conteúdo da programação dos canais democráticos? basicamente, propaganda estatal, os bons feitos do líder, o progresso da nação, e como deve ser a conduta do povo.

Será que o interesse em ter o controle da informação fica somente no âmbito das idéias -mesmo assim seria imoral porém, já que são ideias que se debatamos- ou alguém via as possibilidades que a democracia oferece tentou de fato controlar a informação? Sim! podemos observar isso AQUI no quinto congresso nacional do PT onde entre outras medidas democráticas foi posta a proposta de estatização da Globo bem como o padrão de programação de outros meios estatais de comunicação claro que todos sob a gerencia do “povo” ou seja: eles mesmos.

Recentemente algumas decisões judiciais que determinaram a interrupção do serviço do whatsApp teve como embasamento o marco civil da internet que teve como os maiores apoiadores os defensores das pautas democráticas. E não para por aí, blogueiros, youtubers e paginas de perfil assumidamente mais liberal vez ou outra encontram uma hostilidade sistematizada inclusive vale ressaltar a pequena “delegacia” virtual criada pelo PT chamada de Humaniza Redes.

Enfim, cabe a você leitor julgar o que vale mais, se é a liberdade de expressão ou o controle estatal da comunicação, por que no final das contas é do que se trata a democratização dos meios de comunicação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É certo a população financiar o prejuízo da OI?

Não, não é certo! E isso só acontece nesse cenário, onde o estado dá proteção aos campeões nacionais. Não se trata de uma escolha partidária ou do governo, isso é um com15977251_1435017813199543_1122785520935993103_npromisso assinado por toda a população, ou acaso você se coloca contra a ANATEL e todas as barreiras de entrada que ela impõe a quem queira competir com as empresas sócias do estado? Não atacar o problema na fonte, no final das contas, só serve para que você tenha a opção de criticar o politico que não te representa, por que é de fácil constatação que a opção por ajudar essas empresas, é politica de estado, e não um mero programa de um governo da ocasião.

Qual o fato de origem? A escolha dos campeões nacionais  isso deve ser combatido! As paixões politicas devem estar num segundo plano, se acaso teu interesse for o de realmente construir uma sociedade mais justa. Eu não me atrevi a ir procurar mais detalhes sobre a Oi como por exemplo: composição acionária, últimas fusões, licitações e etc… por ser tudo uma grande bagunça que nem as próprias “autoridades” sabem responder ou apenas se negam para proteger teus escolhidos.

A critica feita na foto do artigo, no final das contas, é apenas uma propaganda do que ela mesma ataca: a transferência de renda dos mais pobres para os mais ricos, e isso é amplamente denunciado pela Escola Austríaca não deixando dúvidas quando aponta de onde parte a agressão contra o povo.

Pois bem, se já temos a resposta de que é errado transferir a propriedade privada da população para grandes corporações por intermédio do estado, que combatamos isso Oras!

O material disponível é amplo e cabe a você, somente você ir procurar melhores respostas e não se satisfazer em participar desse “FLA x FLU” que te joga dentro de uma órbita para não dizer “o cão que corre atrás do próprio rabo”

Aqui eu sugiro alguns termos para pesquisas

A escolha dos campeões nacionais

Capitalismo de estado

Fascismo

Teoria Austríaca dos ciclos econômicos