Trabalhadores de campanha política e a CLT

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Neste período de campanha política o movimento de pessoas nas ruas a serviço de partidos e candidatos é visivelmente intenso, o que eu acho disso? do ponto de vista de que as pessoas estão ganhado um dinheirinho e melhorando de alguma forma suas vidas e de suas família eu acho bom, só faço uma observação para a origem considerada por mim imoral desse dinheiro, proveniente de roubo estatal mas ok, pulemos esta parte por não ser o foco do artigo.

Será este cenário uma demostração de que os partidos já aderiram a uma maior flexibilidade nas relações de trabalho, ou é apenas a realidade mostrando que, leis autoritárias e retrógradas apenas atrapalham quando o assunto é agilidade?

A pergunta se baseia no fato de que quase 100% dessas pessoas são contratadas com compromissos firmados de forma verbal, e eu não critico isto, ao contrário, apoio. Mas será que os outros sem trabalho e demandantes de mão de obra também não gostariam de usufruir de uma maior flexibilidade na elaboração de seus contratos de trabalho, ou apenas um seleto grupo pode se valer deste expediente?

Não seria hora dos partidos assumirem que, esta prática os favorecem e por consequências seus funcionários? sendo assim, por que a postura contrária nas propagandas? onde os mesmos militam pró CLT como se esta fosse um tipo de divindade e que sem ela seria impossível qualquer relação de trabalho, será que a CLT é boa somente para os negócios de terceiros e aos meus a flexibilidade basta?

E você caro leitor, considera possível que um cidadão comum decida os rumos de sua vida de trabalho de forma individual, ou acredita que a intermediação estatal seja realmente necessária? Aqui em Fraternalha temos opinião e a minha em particular é: Cada um sabe onde seu calo machuca.

 

1 Comentário

  1. A CLT é tratada como uma bíblia por sindicalistas e por muita gente. Mas a realidade é que ela mais atrapalha do que ajuda principalmente nessas curtas relações de trabalho ou tantas outras formas que a CLT é muito mais dispensável.

    Sem a CLT ganharíamos muito mais já que o empregador teria menos encargos. Todos os “direitos” que achamos que temos, tem um preço e esse preço é muito pesado.

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